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Manaus

Câmaras frigoríficas voltam a ser instaladas em hospital de Manaus para armazenar corpos de vítimas da Covid-19

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Estruturas foram montadas, pela primeira vez, em abril, após o colapso nos sistemas de saúde e funerário do estado.

As câmaras frigoríficas, usadas para armazenar os corpos de mortos pela Covid-19 em hospitais de Manaus, durante o primeiro pico da doença no Amazonas, voltaram a ser instaladas no Hospital Pronto-Socorro 28 de Agosto nesta quinta-feira (31).

As estruturas foram montadas, pela primeira vez, em abril, após o colapso nos sistemas de saúde e funerário do estado. Até a quarta-feira (30), 5.258 mortes já foram registradas em decorrência da doença em todo o Amazonas.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-AM), enquanto estruturas permanentes para a alocação dos corpos estão sendo instaladas, o Governo vai colocar, preventivamente, estruturas temporárias para dar suporte aos hospitais no acondicionamento de corpos de pacientes que falecerem vítimas da doença.

A secretaria também confirmou que está prevista, para os próximos dias, a instalação de outras câmaras frias nos Hospitais João Lúcio e Platão Araújo.

Em nota, a SES informou que no Hospital 28 de Agosto, onde o necrotério já possui câmara mortuária, serão instaladas prateleiras para aumentar a capacidade de recebimento dos corpos. Nos outros dois hospitais, que não possuem câmara, a equipe de engenharia estuda a melhor forma para a implantação da estrutura permanente.

Abertura de novas sepulturas

A alta de casos de Covid-19 em Manaus também fez com que a prefeitura da cidade precisasse preparar novas áreas em cemitérios para enterrar os mortos vítimas da doença.

No Cemitério do Tarumã restam apenas mais 80 vagas para receber mortos pelo novo coronavírus – foi lá que aconteceram os enterros coletivos em valas durante o pico da doença, em abril e maio.

Nessa quarta-feira (30), agentes da prefeitura tiveram de preparar outra área no Cemitério do Tarumã para receber mortos por Covid. Nesse terreno serão disponibilizados outras 1.026.

Amazonas

Bebê de 1 ano morre após ser baleada em Itacoatiara, no interior do Amazonas

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Um bebê de 1 ano, do sexo feminino, morreu após ser baleado por dois homens em uma moto, no município de Itacoatiara, no interior do Amazonas, na noite de sexta-feira (9). Segundo a polícia, a criança ainda foi socorrida para um hospital em Manaus, mas não resistiu e faleceu na manhã deste sábado (10). Não há informações sobre a motivação do crime.

De acordo com o cabo Martins Gomes, do 2º Batalhão de Polícia Militar de Itacoatiara, a menina e os pais estavam na frente da casa onde moram, quando dois homens não identificados passaram em uma moto e atiraram diversas vezes na direção deles.

“Eles efetuaram disparos contra o pai da criança e acabaram acertando a neném de um ano. Não se sabe se ela estava no colo dele ou da mãe. Um pilotava a moto e o outro efetuou os disparos. Eles fugiram do local em seguida”, informou o cabo.

Ainda conforme a polícia, a criança foi atingida com um tiro na cabeça e, o pai, com um tiro de raspão no braço. A mãe não foi baleada. O bebê foi socorrido para o Hospital de Itacoatiara e, em seguida, transferido para o Hospital e Pronto Socorro da Criança, na Zona Leste de Manaus. Ela não resistiu e faleceu por volta de 10h30.

Os pais da criança estiveram no Instituto Médico Legal (IML), na tarde deste sábado (10), mas preferiram não falar sobre o ocorrido. Em redes sociais, o pai da menina fez uma live em que pediu Justiça pelo crime, ainda na noite de sexta (9).

“Eu, aqui como pai, dói muito, dói bastante. Eu peço ajuda da população que me ajude a identificar esses dois indivíduos. Eu peço que as autoridades faça o seu papel contra esses dois indivíduos que tentaram contra a minha filha. Façam Justiça pela minha filha, não por mim”, disse o pai, na publicação.

A Polícia Civil de Itacoatiara deve investigar o caso para descobrir os suspeitos e o que teria motivado o crime.

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Amazonas

Mais de 800 quilos de frango transportados de forma irregular são apreendidos no interior do AM

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Uma carga com 850 quilos de frango, sem nota fiscal e transportada de maneira irregular, foi apreendida e destruída pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), nesta sexta-feira (9), em Humaitá. Os produtos representavam grande risco de contaminação, o que impossibilitou que fossem doados para instituições.

A carga foi interceptada na madrugada de sexta, pelos fiscais da Barreira de Vigilância Agropecuária, e tinha saído de Porto Velho (RO) com destino a Lábrea. As 49 caixas de frango (850 kg) estavam acondicionadas em um caminhão sem refrigeração e não tinham nota fiscal.

“Qualquer produto de origem animal que esteja fora da temperatura de armazenamento tem alto risco de causar infecção alimentar. Os frangos não estavam na temperatura ideal, já estavam descongelando, com muita água, por isso não tinham condições de doação”, explicou a fiscal agropecuária e médica veterinária Patrícia Merlini.

Os produtos foram incinerados no matadouro municipal e o transportador foi autuado, sendo aplicada uma multa de R$ 300.

A ingestão de produtos contaminados pode causar infecções alimentares, com dores e desconfortos abdominais, náuseas, vômitos, diarreia e febre, entre outros sintomas.

A Adaf atua nas barreiras fixas e volantes para proibir o trânsito de produtos e subprodutos irregulares, com a finalidade de preservar e proteger o patrimônio agropecuário e o meio ambiente, além da saúde pública.

Qualquer pessoa pode denunciar irregularidades referentes a produtos de origem animal pelo AdafOuv, no (92) 99380-9174 (ligação e WhatsApp).

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Amazonas

Homem é preso suspeito de vender brownies com maconha pela internet, em Manaus

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Um homem de 28 anos foi preso, nesta sexta-feira (9), no bairro Praça 14, na Zona Sul de Manaus, suspeito de vender brownies de chocolate com maconha. A polícia apreendeu 100 itens prontos para comercialização na casa do suspeito.

Uma equipe do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc) foi até a casa do suspeito por volta das 16h. Com a ajuda de um cão farejador, a polícia encontrou o material durante a operação “Space Gold”, justamente o nome que o suspeito usava para a loja online de vendas de brownie, segundo informou o titular do Denarc, delegado Paulo Mavignier.

“O trabalho dele era tudo organizado: tinha cartão fidelidade e a cada 10 bolinhos, a pessoa ganhava mais um. Ele dava brinde, amostra grátis. Então, ele era um empreendedor, mas um empreendedor do mal, usava o conhecimento dele, o talento dele, para o mal, para viciar jovens e adolescentes em drogas”, disse o delegado.

O suspeito foi preso no momento em que saía de casa para fazer entrega de encomendas. O que chama atenção é que ele possuía cartão de visita com a marca do “empreendimento”.

A propaganda do material era anunciada, principalmente, em redes sociais. O suspeito atuava sozinho nas vendas. Ele quem fazia o brownie e as artes do “empreendimento”.

“Na massa, utilizava a maconha cozida em banho-maria para ativar o THC e conseguir fazer que a pessoa, quando começar a comer o bolinho, sentir o efeito psicoativo. O grande risco disso é que quando a maconha é fumada, causa sensação imediata, o brownie demora a sentir. Logo, quando a pessoa come, acha que não tinha a quantidade suficiente e come além que deveria, o efeito é muito maior e pode passar mal, causa transtornos psiquiátricos como depressão ou problema de transição de comportamento”, explicou.

O delegado explicou que a polícia chegou até o suspeito após ter conhecimento do caso, há cerca de um mês. As investigações tiveram início e conseguiram identificar o homem.

O suspeito produzia o brownie entre terça e quarta-feira. De quinta até o final de semana, ele fazia entrega dos produtos.

As investigações apontam que ele também fazia entrega em festas clandestinas. No celular do suspeito, a polícia conseguiu verificar que muitos jovens compravam o brownie.

A polícia não tem informação sobre há quanto tempo o suspeito vende esses produtos. Cada brownie custava em torno de R$ 30 a R$ 50. O material estava condicionado na geladeira do suspeito. A maconha que ele usava no bolo era skunk.

O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Na tarde deste sábado (10), ele será levado para audiência de custódia.

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