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Política

CMM mantém imparcialidade e aguardará resultado de sindicância

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Manaus – A prefeitura de Manaus instaurou duas comissões de sindicância para apurar, administrativamente, a conduta do sargento da Polícia Militar Eliseu da Paz, servidor lotado na Casa Militar do Executivo, no episódio que resultou na morte do engenheiro Flávio Rodrigues e também o uso indevido de veículo que servia ao órgão.

A informação foi prestada pelo secretário de Articulação Política da Prefeitura, Luiz Alberto Carijó, que acompanhado do procurador geral do município, Rafael Albuquerque, esteve na Câmara Municipal de Manaus (CMM), durante a sessão ordinária desta quarta-feira (9/10), atendendo convite da presidência da Casa, para prestar esclarecimentos sobre as notícias veiculadas nos meios de comunicação sobre um suposto uso indevido da estrutura da prefeitura, no caso que culminou com o homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues.

O presidente da Câmara Municipal, Joelson Silva, destacou que a reunião foi altamente produtiva e que, mais uma vez, a CMM cumpriu o papel dela de forma transparente e respeitosa para com a sociedade. “Acredito que a Câmara cumpriu o seu papel, com a vinda dos representantes da Prefeitura a esta casa”, disse o presidente, afirmando na sequencia que, a partir de agora, os parlamentares vão aguardar a conclusão das sindicâncias. “Os esclarecimentos foram feitos e nós vamos continuar cumprindo o nosso papel com imparcialidade, tranquilidade, serenidade, que é o mais importante aqui nesta casa”, enfatizou, o presidente que se solidarizou com todas as famílias envolvidas no episódio. “Todos nós vereadores somos pais de família e também estamos enlutados”, disse.

Além dos vereadores, a sessão foi acompanhada por populares, jornalistas e até por um grupo de estudantes, que estavam em visita à Casa, à convite do programa Curumim no Parlamento. Dezenove, dos 38 parlamentares presentes, manifestaram-se com vários questionamentos.
Três questões foram abordadas e respondidas por Carijó, por conta da repercussão que geraram, após publicações na mídia. A primeira está relacionada ao sargento Da Paz, que é servidor municipal e presta serviços no Gabinete Militar, na segurança do prefeito. O mesmo estava de folga e se deslocou até a casa de Alejandro Valeiko, sem nenhuma ordem superior para que fizesse isso, de acordo com o secretário.
“O prefeito estava num procedimento médico, sedado, no Hospital Adventista”, justificou. O sargento da Paz continua preso, à disposição do inquérito policial. E, enquanto ele não estiver no serviço da função, também não recebe pagamento salarial”, disse Carijó.
Passagens
Outra questão está relacionada a passagens e diárias, que os servidores teriam se beneficiado na viagem que fizeram com Alejandro Valeiko (filho da primeira dama de Manaus, Elizabeth Valeiko), logo após o homicídio.
“Não houve dinheiro, nem passagem paga pela Prefeitura, e nenhum deslocamento pago com o erário”, frisou Carijó. Ele enfatizou que os fatos serão apurados, seguindo determinação do próprio prefeito Arthur e, se for necessário, haverá punições dentro do rigor e da delimitação da lei.
Acobertamento
Por fim, em relação a uma possível interferência do prefeito na investigação policial, , Carijó afirmou que tanto o prefeito quanto a Prefeitura estão tranquilos. “Quem não deve, não teme. O prefeito está com a consciência tranquila, porque não deve nada. A

Prefeitura tomou todas as medidas administrativas. Outros fatos que forem necessários, também serão instruídos para que tudo fique claro, isso é uma determinação do prefeito”, concluiu.
Com base no decreto municipal 2572, de 22 de outubro de 2013, que garante a segurança do prefeito, do vice e suas famílias, o procurador Rafael Albuquerque acrescentou que o momento é de cautela e prudência. “Tomadas as devidas providências, o trabalho investigativo está previsto para ser concluído em até 45 dias”, garantiu o procurador.
Celeridade
Durante a sessão, o presidente Joelson Silva abriu espaço para que todos os vereadores se manifestassem sobre o assunto e fizessem seus questionamentos, o que foi feito pela maioria. Os parlamentares pediram celeridade nas investigações e que a Prefeitura tome todas as medidas administrativas necessárias, após a finalização da apuração pelas comissões de sindicância.
Emoção
Visivelmente emocionado, o vereador Marcel Alexandre (PHS), líder do Executivo Municipal na CMM, disse esperar que as investigações sejam concluídas o mais rápido possível, e salientou que a Câmara não pode usar essa tragédia como palanque político. “Quando começou esse episódio, eu implorei que essa Casa não deixasse que a política, no sentido mais negativo entrasse nesse caso, e ouso acrescentar que ninguém suba a sepultura de ninguém para conseguir míseros dígitos de promoção pessoal, em cima de uma coisa tão dolorosa como essa”.

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Amazonas

Durango Duarte vira “pé frio” das pesquisas eleitorais no Amazonas após anos de erros

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Amazonas – Não é apenas pelas más amizades que o publicitário Durango Duarte é conhecido. Durante os últimos anos, Durango ganhou o título de “pé frio” das pesquisas eleitorais do Amazonas.

Praticamente todas as pesquisas que Durango divulga, basta inverter a ordem dos intermediários/últimos colocados e trocá-los para os primeiros, e ai estará a realidade. Isto quando o publicitário não omite intencionalmente nomes fortes, como fez em 2018 na eleição para Governador do Amazonas.

Em 2018, Durango lançou pesquisa com apenas dois nomes para Governador. Somente os que ele achava relevantes. Adivinhem quais:

Estratégia do “boicote por indicadores” 

Outra artimanha usada por Durango para tentar ludibriar o público e tentar tirar o brilho dos nomes que estão em alta na realidade, é divulgar indicadores e quantitavos falaciosos que tentem criar uma falsa taxa de rejeição.

No Amazonas, dentro do cenário eleitoral para Governo do Estado, é o governador Wilson Lima que tem sido alvo destes ataques de Durango. Após nem a própria Perspectiva conseguir mais esconder o crescimento da popularidade do Govenador do Amazonas, tanto na capital quanto no interior, o objetivo tem sido a estratégia da falácia por “shaming”, embasada em falsos números.

O “boicote por indicadores” de Durango herda a mesma estratégia dos “Institutos de Pesquisa” ao redor do país para tentar descredenciar o famoso “DataPovo” – o forte apoio popular nas ruas, por exemplo, ao presidente Jair Bolsonaro, que possui engajamento espontâneo ao qual adversários tentam parasitar. Fenômeno parecido começa a ocorrer com Wilson Lima, que não faz ataques políticos, mas é alvo destes.

Acumulando derrotas

Durango perdeu em 2014, com o senador Eduardo Braga, e em 2018, com Omar Aziz. Os erros até já fizeram o seu instituto mudar de nome algumas vezes (Pesquisa365/Pespectiva) e poucos no meio político levam a sério seus números.

Aposta em Omar vira piada

Novamente, Duarte tenta emplacar o nome de Omar. Em setembro de 2021, Durango tentou descaradamente vender uma falsa imagem positiva do seneador da “Maus Caminhos”. A pesquisa rendeu risos e memes na internet.

Na época, o que se dizia nos bastidores da política é que não dava pra dizer que Durango estava tentando “persuadir o eleitor”, porque nem o próprio Omar Aziz acreditava nesse número.

“Azarão” ou mal-intencionado?

O pré-candidato ao senado Coronel Menezes (PL), alvo constante de ataques de Durango, já explicou a motivação por trás das pesquisas do publicitário, que vão muito além de somente “vender o peixe de um amigo”.

Menezes disse: “Eu consigo entender o que leva esta figura a fazer esse tipo de ação. Ele sabe que se o seu protetor perder a eleição, os polpudos contratos que ele mantém com o Poder Público estarão seriamente ameaçados. Se eu vencer então, ele pode estar preparado que, dentro da lei, tudo que esse cidadão recebe do estado será fiscalizado com lupa. Ele não terá vida fácil, vou dedicar uma atenção especial à esta questão. Vai acabar essa verdadeira mamata dele”, afirmou Menezes.

Créditos: Portal CM7

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Manaus

Fadado a derrota: Omar Aziz perde Ações na Justiça para Coronel Menezes e Portal Cm7

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PROCESSO CONTRA CORONEL  MENEZES

O juiz titular da 8ª Vara do Juizado Especial, Marcelo Manuel da Costa Vieira, julgou improcedente, nesta segunda-feira, 18/04, o pedido para pagamento de indenização pecuniária em face de prejuízos alegados pelo senador Omar Aziz (PSD) contra o militar da reserva do Exército Brasileiro, coronel Alfredo Menezes (PL).

O senador alegou que no 17 de dezembro de 2021, Menezes publicou em seu Instagram uma imagem descrevendo em sua legenda comentários ofensivos à pessoa do senador, de modo a desbordar seu direito de liberdade de expressão, ao ofender-lhe a dignidade e o decoro.

Na publicação, segundo a defesa do senador, Menezes atribuiu o comentário ofensivo, afirmando que o Amazonas precisa ser libertado deste (o senador), bem como faz uso de um jogo de palavra “privada”, antônimo de pública, o que seria afirmar que mandaria o Sr. Omar Aziz “de volta para a privada”, no sentindo de mandar o autor “de volta” para um vaso sanitário, de maneira a colocar a imagem de Aziz sob uma perspectiva humilhante, além de fazer a ligação do nome do senador com a operação da Polícia Federal batizada de “Maus Caminhos”.

Para o magistrado, a publicação de Menezes tratou de um embate político, decorrente da liberdade de expressão, garantida constitucionalmente, tendo em vista que o que está sendo lesado é ser político e não o direito individual do senador.

“A atitude apontada do requerido, ou melhor, as ofensas apontadas que são, aliás, sem nenhuma gravidade, são absolutamente comuns no meio político, além de socialmente aceitáveis, e não pode jamais servir como parâmetro para ensejar responsabilidade civil àquele, no calor do debate com viés político, vem a usar palavras ofensivas contra outrem”, descreve a decisão.

 

Veja Documento:

  

VEJA O LINK:   0774363-91.2021.8.04.0001 (2)

 

A Empresária da Comunicação Cileide Moussallem é proprietária do CM7 e ganhou mais um processo contra Omar Aziz

PROCESSO CONTRA O PORTAL CM7

A Justiça julgou como improcedente o pedido do senador Omar José Abdel Aziz, que entrou com uma ação contra o Portal CM7 Brasil alegando direito de imagem, mesmo sendo uma figura pública, um político que deveria trabalhar e prestar contas para o povo. A ação movida pelo senador nada mais era que mais uma tentativa de calar a imprensa. 

No dia 6 de outubro de 2021, o Portal CM7 Brasil publicou uma denúncia contra o senador Omar Aziz, onde o mesmo era acusado de fazer campanha antecipada em uma igreja localizada na zona Norte da capital amazonense. Na ocasião, o senador aproveitou para visitar algumas comunidades, e acabou gerando uma pequena aglomeração. 

Eis que a visita de Omar virou manchete e o mesmo resolveu entrar na justiça pedindo a retirada da matéria, alegando que sua imagem foi prejudicada com a publicação. No entanto, a Juíza Dra. Irlena Leal Benchimol considerou que o Portal CM7 Brasil estava cumprindo o seu papel de informar a sociedade, e deu parecer favorável ao veículo. 

“Analisando os autos, não constato o alegado exagero na referida matéria publicada, capaz de configurar o pleiteado dano moral. Ademais, o requerido estava cumprindo com seu papel, qual seja, informar e divulgar informações. Desta maneira, não verifico nenhum ato ilícito por parte do requerido, eis que não agiu com intenção de macular a imagem do autor, tão somente informar a população.

Ressalto que a liberdade de imprensa é um desdobramento da liberdade de manifestação do pensamento e da comunicação, garantido na Constituição Federal”, destacou a magistrada na sentença.  Essa não foi a primeira ação que Omar Aziz moveu na Justiça contra o Portal CM7 Brasil e acabou sendo derrotado. 

Veja documento:

 

 

 

 

Com informações: Portal Cm7/Assessoria Menezes

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Manaus

Indícios de licitação direcionada pode levar para cadeia Cyro Batará em contrato bilionário com a Prefeitura de Manaus

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Em 2018 a administração de Arthur Neto na Prefeitura de Manaus entrava em sua reta final, nesse mesmo ano um empresário de nome Leandro Gagliardi de Almeida Barreto, se dirigia a cidade de Presidente Figueiredo e adquiria a empresa CL RESTAURANTE – ME. um pequeno restaurante local, já inativo de duas mulheres.

Após a compra do restaurante, o empresário Leandro Gagliardi transformava em sociedade anônima, a empresa AMAZON WATT, sendo o Senhor Leandro Gagliardi o único acionista com três milhões de ações.

Documentos mostram a compra do restaurante por Leandro Gagliardi e a transformação em AMAZON WATT

Ex prefeito de Manaus Arthur Neto e empresário Leandro Gagliardi

No segundo semestre de 2020, após as eleições municipais, a administração da Prefeitura Municipal de Manaus inicia um processo licitatório bilionário, com o intuito de contratar uma empresa para fornecer energia solar para as escolas municipais. O processo correu rápido e o então prefeito Artur Neto assinou o contrato de um bilhão e trezentos e sessenta e cinco reais no prazo de 27 anos.

O documento foi assinado no último dia de mandando de Arthur Neto

Por mais uma dessas ‘’coincidências’’, o Senhor Leandro Gagliardi abriu mão do contrato bilionário que acabara de assinar e entregou o controle total da empresa para o Senhor Cyro Batará Anunciação, Dono de empresas do grupo Diário do Amazonas. Cyro Batará também é sobrinho pórtico do Senador Eduardo Braga, casado com a sobrinha legitima do senador.

                     Cyro Batará Anunciação e Senador Eduardo Braga

O prefeito recém empossado David Almeida, ao saber do contrato de 27 anuncia o distrato do mesmo, conforme reportagens na época.

Em março de 2022, a Câmara Municipal de Manaus, em uma sessão relâmpago, autoriza a continuidade do contrato.

O caso carece de várias explicações:

  • Porque um empresário viaja a uma cidade do interior para “comprar” uma micro empresa inativa e transformá-la em S/A?
  • O empresário possuía lastro financeiro para constituir o capital de três milhões de reais?
  • A comissão de licitação da Prefeitura Municipal de Manaus, e seus órgãos de controle, não realizaram pesquisas, para saber com quem a PMM realizaria pagamentos bilionários? Se fez, achou normal contratar uma empresa sem sede, que era um modesto restaurante inativo no interior até o início do processo?
  • Porque o Senhor Leandro Gagliardi passou o controle acionário da empresa, após assinar um contrato bilionário para o Senhor Cyro Batará?
  • O que fez o prefeito David Almeida mudar de ideia quanto ao cancelamento do contrato?
  • Porque a Câmara Municipal de Manaus aprovou/autorizou a contratação da empresa do Sr. Cyro Batará sem se aprofundar no assunto? A CMM sabia da origem interiorana da empresa? O fato do Sr. Ciro Batará ser dono do Diário do Amazonas foi levado em consideração?

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