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Brasil

Continuidade de auxílios mensais aos atingidos de Brumadinho é incerta

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Brasil – Exatos dez meses após o rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, em Minas Gerais, atingidos convivem com a incerteza sobre o futuro dos pagamentos emergenciais mensais. O acordo que estabeleceu esses repasses só os garantiu até um ano após a tragédia, que se completará em 25 de janeiro de 2020.

Uma prorrogação vem sendo negociada na Justiça entre a Vale, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a Defensoria Pública de Minas Gerais e outros órgãos. No entanto, até a última audiência para tratar do assunto na semana passada, não houve avanços. Um novo encontro já está agendado para a próxima quinta-feira (28).

Os pagamentos emergenciais mensais correspondem ao valor de um salário mínimo por adulto, a metade dessa quantia por adolescente e um quarto para cada criança. Eles foram assegurados a todos os moradores de Brumadinho, sem distinção. Nos demais municípios atingidos, o benefício foi concedido a pessoas que residem até um quilômetro de distância da calha do Rio Paraopeba. Atualmente, cerca de 108 mil fazem jus aos valores definidos.

A incerteza em relação ao futuro do pagamento levou um grupo de atingidos e protestar na semana passada, bloqueando uma linha férrea na altura do município de Mário Campos. Segundo André Sperling, promotor do MPMG, a divergência ocorre porque a Vale quer manter os repasses apenas para um número limitado de pessoas.

Prorrogação dos pagamentos emergenciais

A mineradora, por sua vez, informou que já apresentou à Justiça uma sugestão de prorrogação dos pagamentos emergenciais e aguarda avaliação, mas não revelou detalhes da proposta. A Defensoria Pública de Minas Gerais afirma defender uma prorrogação que não restrinja os repasses feitos atualmente.

Para o MPMG, é necessária uma mudança de critério que permita corrigir distorções e, ao mesmo tempo, incluir atingidos que hoje não estão recebendo os valores.

“Para nós, a grande maioria deve continuar recebendo com alguns ajustes. Temos que cortar excessos, excluindo moradores dos condomínios de luxo de Brumadinho, por exemplo. O critério territorial foi implementado no início porque havia um caos na cidade. Foi uma decisão correta em função da situação de emergência. Através dele, foi possível minorar o impacto gigantesco desse desastre. Mas agora que já passou um tempo, temos condições de implementar critérios que tenha uma racionalidade maior e uma relação mais direta com o dano”, disse Sperling.

A proposta que ele apresenta é abandonar o critério territorial e substituí-lo por um socioeconômico, estabelecendo o pagamento para quem teve comprometimento da renda ou do modo de vida.

Segundo o promotor, esse seria o caminho mais justo, permitindo que as pessoas que hoje enfrentam mais dificuldades sejam contempladas. Ao mesmo tempo, seriam interrompidos repasses para aqueles que moram em condomínios de luxo e que, pelo critério atual, têm direito ao benefício.

Assessorias

O MPMG também defende que a mudança de critério envolva um período de transição, no qual não ocorreriam cortes imediatos para quem atualmente recebe os valores. Isso porque a nova avaliação sobre quem tem direito ao benefício precisaria envolver as assessorias técnicas dos atingidos.

A contratação de entidades independentes para prestar suporte profissional às vítimas da tragédia se espelha nos desdobramentos do rompimento da barragem da Samarco, ocorrido em Mariana (MG) em 2015.

Os atingidos nesse episódio conquistaram judicialmente, com o apoio do MPMG, o direito de receberem apoio de organizações que contassem com uma equipe multidisciplinar composta por advogados, sociólogos, arquitetos e engenheiros, entre outros. A medida busca assegurar que eles estejam munidos de informações técnicas para negociar com a mineradora.

Após a ruptura da barragem da Vale em Brumadinho, um acordo judicial permitiu que esse direito também fosse assegurado às vítimas da tragédia. A área afetada foi dividida em cinco trechos e os atingidos em cada uma delas escolheram uma assessoria técnica. Em maio, por exemplo, 300 moradores de Brumadinho, reunidos em assembleia, optaram pela Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social (Aedas).

Fonte: Portal CM7

Amazonas

Grupo de empoderamento ajuda mulheres em todo o Brasil

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Mais de 4 mil integrantes do grupo “Virada Feminina” atuam ativamente contra exploração sexual, violência doméstica, fomentando o empreendedorismo e o fortalecimento feminino

Criado há quatro anos pela gaúcha Marta Livia Suplicy, o grupo de mulheres “Virada Feminina”, já tem mais de 4 mil integrantes e oferece uma rede de apoio a mulheres em todo o Brasil. O objetivo é ajudar e atuar ativamente em qualquer lugar onde uma ou mais mulheres precisem de ajuda. No mês onde a Lei Maria da Penha comemora 14 anos, ações como essa nos ajudam a conquistar cada vez mais espaço na sociedade e a virar o jogo em temas como o combate à violência contra a mulher, empregabilidade, empreendedorismo e empoderamento feminino.

– Nós não somos um grupo de discussão, somos um grupo de ação. Todas são voluntárias e trabalham umas pelas outras. Todo dia recebemos um número enorme de denúncias de violência, abuso sexual. O que fazemos é tentar agir onde as mulheres precisam de apoio. Me perguntam sempre o que você ganha com isso? Evolução feminina e uma classe fortalecida! – explica a representante empossada pela presidente nacional do Virada Feminina, Marta Livia Suplicy.

A rede de apoio conta com mulheres de várias áreas, são delegadas, psicólogas, jornalistas, médicas, dentistas, escritoras, empresárias, artistas, entre outras. Elas possuem grupos de trabalho em estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Espírito Santo, Amapá, Ceará.

– Precisamos dar visibilidade a mulheres invisíveis. Imagina uma mulher que faz uma denúncia de violência, mas a delegada leva quatro horas de barco para chegar até lá. Isso acontece por esse Brasil. Temos lideranças até na Ilha do Marajó, porque a ajuda precisa chegar até lá! Queremos combater essa cultura machista e criar mais políticas públicas, ter mulheres em cargos mais altos. Sororidade não é moda, precisamos nos colocar no lugar do outro – explica Marta.

Para as mulheres que queiram ajudar ou que também precisem de ajuda, a página do grupo no Instagram é @viradafeminina_oficial. O grupo também promove debates nas redes sociais, como o que vai acontecer nesta quarta-feira (12/08), às 20h, para falar de histórias de superação feminina, com a representante Marta Livia Suplicy e a jornalista de comportamento feminino, Kizzy Bortolo.

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Amazonas

Cileide Moussallem será a representante do Movimento Virada Feminina no Amazonas

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Brasil – O Movimento Feminino Global , intitulado de Virada Feminina, acaba de ganhar uma representante no Estado do Amazonas. Cileide Moussallem Rodrigues, empresária da Comunicação no Estado e idealizadora do Portal de Notícias CM7, é a mais nova representante do Virada Feminina no Amazonas.

Com alcance mundial e com notável ações de políticas sociais voltadas para as mulheres, o movimento vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos e incentivadores. Com atuação forte no combate à exploração sexual e discriminação e violência contra a mulher, a Instituição Virada Feminina conta com grandes expoentes no Brasil e no mundo.

Personalidades como a Primeira Dama Brasileira, Sra. Michele Bolsonaro, apoia o Movimento Virada Feminina, e hoje é considerado o movimento feminino que mais cresce no País e no mundo.

Feliz e sentindo-se reconhecida pelo seu papel no âmbito da causa feminina, a empresária amazonense Cileide Moussallem agradeceu a confiança depositada, e prometeu honrar com muito trabalho e dedicação o posto, agora ocupado.

O convite partiu da presidenta nacional, Dra. Martha Lívia e da ex-deputada Fátima Pelais. Cileide, que atua a muitos anos em fazer o bem através de doações, agora terá o apoio de uma rede nacional de ações em favor dos Direitos das Mulheres.

fonte: https:///portalcm7.com

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Brasil

Vaca dá à luz filhotes trigêmeos no norte da Bahia; caso é considerado raro entre especialistas

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Nascimento ocorreu em fazenda localizada em distrito da cidade de Senhor do Bonfim. Filhotes são fêmeas, caso também considerado raro pelos veterinários.

Uma vaca deu à luz três filhotes em uma fazenda localizada no distrito de Quicé, no município de Senhor do Bonfim, no norte da Bahia. O nascimento das bezerras ocorreu na primeira semana deste mês de janeiro.

De acordo com o dono da fazenda, a fecundação da vaca que pariu as bezerras aconteceu por meio de inseminação artificial, o que pode ter super estimulado os ovários da vaca, fazendo com que ela tivesse tripla ovulação.

Os filhotes nasceram em três placentas diferentes, são trivitelinos. A vaca, que é meio sangue da raça girolando, foi inseminada com o sêmen de touro holandês.

Segundo o veterinário da fazenda, o nascimento de trigêmeos e trivitelinos é raro. Além disso, o fato delas serem três fêmeas, o que também é raro, é considerado bom pelos especialistas pois a chance de serem hermafroditas é baixa, já que não há interferência de hormônios masculinos.

O veterinário disse que na Bahia, o nascimento de trigêmeos não é uma condição comum de acontecer e o parto de gêmeos é mais frequente.

O dono da fazenda onde nasceram as bezerras possui 500 animais, dessas, 170 são vacas de lactação que produzem por dia 3.500 litros de leite.

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