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Política

Do lixo ao luxo: Deputada que não tinha dinheiro pra santinho agora mora em mansão de R$ 2 milhões

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Joana Darc, a deputada conhecida por ter uma voz irritantemente estridente, com fama de barraqueira, e se auto intitula líder do governo, está com seu burro na sombra.

A deputada começou sua carreira como vereadora e para esta campanha passou por grandes dificuldades financeiras, não tendo verba para confeccionar santinhos, escrevia seu número de campanha em pedaços de papel.

Hoje, deputada, ela mora em uma mansão de R$ 2,5 milhões no condomínio Renassance, no bairro Dom Pedro, um dos metros quadrados mais caros da capital. Parece que o jogo virou, não é mesmo?

Rumores de eleição

Esta referida deputada andou espalhando por aí que seu nome era o favorito para ganhar apoio do governador para eleição municipal deste ano. Segundo fontes do próprio palácio, tudo não passa de um delírio.

Marido no poder

Outro fato que a bazofiadora profissional tenta omitir é a extrema vontade de dispor do nome de seu marido para disputar vaga na Câmara Municipal de Manaus este de ano. O fato já foi negado em nota oficial nas redes sociais da deputada, porém, nos bastidores, os rumores ganham mais força. Em sua defesa, ela afirma que este assunto é usado para lhe atacar. Como se alguém tivesse interesse em atacar alguém que é tão inútil no jogo político quanto lápis de cor branco.

Política

Resposta à altura – Vereadores colocam faixa em agradecimento próprio e população responde!

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Belo Horizonte – O vereador Léo Burguês estendeu faixas parabenizando a si mesmo por ações que são nada mais que sua obrigação de trabalho. A população local, muito da certa, respondeu com uma outra faixa com palavras “carinhosas”, colocada logo abaixo.

Com isso, queremos chamar a atenção para uma coisa importante: esse ano tem eleição. Já passamos por um período bem turbulento de discussões e exaltações a figuras que nada mais são do que empregados do povo, assim como qualquer funcionário público.

Mais atenção com esses super-heróis da política! Sejamos mais malandros que eles para entender o que é responsabilidade de quem”

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Política

Bomba! Irmão do deputado Wilker Barreto recebeu através da ONG Poceti mais R$ 41 milhões

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Manaus –  Matéria que foi publicada pelo D24, o irmão do deputado Wilker Barreto foi investigado quando ainda era presidente da ONG . Veja na integra a matéria completa.

Segundo o TCU, ONG não tem capacidade para trabalhar com a saúde indígena no Amazonas – 3 de fevereiro de 2012.

Após a recomendação de redução dos recursos para a Fundação Poceti, em 2010, por falta de pessoal qualificado para oferecer serviço de saúde indígena, a Organização Não Governamental (ONG) recebeu mais de R$ 15 milhões no ano passado, de acordo com dados do Portal da Transparência do governo federal.

A ONG firmou convênio com Fundação Nacional da Saúde Indígena (Funasa) para prestar serviços médicos aos povos indígenas do Amazonas até outubro de 2011.

No mês de novembro do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) apresentou relatório de auditoria estabelecendo multas para os funcionários da Funasa responsáveis pelo convênio com a Fundação Poceti. As multas variavam entre R$ 3 mil e R$ 4 mil e foram aplicadas a Pedro Gonzaga do Nascimento, Lázaro Sales de Araújo, Salomão Marialva Batista, Alexsandre Teixeira Amazonas, José Mário Trindade Carneiro e Francisco das Chagas de Oliveira Pinheiro.

Atualmente, a Fundação Poceti é investigada em três inquéritos pelo Ministério Público Federal (MPF). De acordo com a assessoria do MPF, os promotores não se manifestam sobre inquéritos que ainda estão em etapas de diligências e coleta de informações.

Nos quatro anos de convênio com a Funasa,  a Fundação Poceti recebeu R$ 41 milhões. Em outubro de 2011, último mês de contrato, a ONG chegou a receber o maior repasse: R$ 8,291 milhões.

De acordo com o TCU, a Fundação Poceti era responsável pelo Distrito  Sanitário Especial Indígena de Manaus (Dsei-Manaus) sem que apresentasse “qualificação técnica e as condições mínimas para consecução do objeto proposto, funcionando como mera intermediadora dos recursos, cujas despesas de manutenção são custeadas pela concedente, onerando assim os gastos da Administração Pública”, cita o relatório.

Segundo o documento, a equipe de auditoria verificou que a Fundação Poceti não possuía quadro técnico especializado e não havia realizado nenhum trabalho na área de saúde indígena antes da assinatura dos convênios com a Funasa.

Justificativa

De acordo com o atual presidente da Fundação Poceti, Wilame de Azevedo Barreto, tanto o relatório do TCU quanto os inquéritos abertos no MPF são decorrentes de uma fiscalização realizada em ONGs de todo o País. “Durante o convênio apresentamos 30 prestações de contas, sendo todas aprovadas. A Fundação Poceti nunca recebeu recursos diretos do governo federal, tudo era repassado via Funasa e era específico para o pagamento de enfermeiros, médicos e demais trabalhadores da área de saúde”, explicou.

Segundo Barreto, a falta de recursos humanos ocorre pela dificuldade em encontrar médicos ou enfermeiros dispostos a trabalhar em áreas indígenas. “Eles têm que passar períodos em reservas indígenas no meio da floresta. Poucos estão dispostos a este tipo de trabalho. Ainda assim, o serviço prestado pela Fundação cumpriu o seu dever na saúde indígena no Amazonas, enquanto o convênio com Funasa esteve em vigor”, ressaltou.

O vereador e irmão do atual presidente da Fundação Poceti, Wilker Barreto, criticou que a mudança realizada pela Funasa na política de saúde indígena neste ano pode inviabilizar o serviço em todo o País. “Atualmente, temos poucas ONGs para cobrir todas as terras indígenas do País. Se houver problema de prestação de contas em alguma unidade, isso irá comprometer os demais Estados”, alertou o vereador.

O DIÁRIO entrou em contato com a Dsei-Manaus e foi informado que qualquer dado sobre os convênios só poderia ser fornecida pela sede da Funasa em Brasília. A reportagem tentou contactar o órgão central no Distrito Federal, mas não obteve sucesso.

Matéria do Portal D24 neste link https://d24am.com/noticias/fundacao-poceti-recebeu-rs-15-mi-mesmo-sem-qualificacao/

Veja o que os vereadores fizeram e foi desaprovado pelo então vereador Wilker Barreto.

Materia do Portal Radar Amazônico neste  >>>>>> veja

link https://radaramazonico.com.br/vereadores-derrubam-parecer-contrario-e-projeto-que-proibe-o-repasse-de-dinheiro-publico-a-ongs-de-politicos-e-mantido/

FONTE DE INFORMAÇÕES PORTAL D24 E RADAR AMAZONINO 

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Política

Governador anuncia início da contratação direta de técnicos de enfermagem

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Manaus – O governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou hoje que, a partir de quarta-feira (08/01), que o Governo vai contratara diretamente os técnicos de enfermagem que atuam na rede estadual de saúde. São aproximadamente 3 mil profissionais, que atualmente prestam serviço por intermédio de empresas e que passarão a fazer parte do quadro de pessoal do Estado como funcionários temporários. Entre os ganhos da medida, economia para o Estado; maior salário aos profissionais, com recebimento em dia; e a prestação de um melhor serviço à população.

“O que a gente está fazendo é um trabalho de resgate social, de reconhecimento a esses servidores. Nós vamos contratar aqueles que estão em serviço, aqueles que hoje atuam para o Governo do Estado. O plantão hoje pago por essas empresas é de R$ 107,00. O plantão que será pago pelo Governo do Estado será de R$ 132,40. Nós vamos ter uma redução de 30% com o gasto desse pessoal e o servidor público ainda vai receber um plantão acima daquilo que ele recebia das empresas”, frisou Wilson Lima.

Com a rescisão dos contratos com as empresas, os trabalhadores serão imediatamente incorporados pela administração estadual. Força-tarefa envolvendo técnicos da Empresa de Processamento de Dados (Prodam) e das secretarias de Saúde (Susam) e de Administração (Sead) se dedicará à contratação.

O cadastro e contratação dos trabalhadores ocorrerão no Centro de Convenções Vasco Vasques, localizado na avenida Constantino Nery, do lado da Arena da Amazônia. O atendimento será entre os dias 08 e 11 e 13 e 17 de janeiro de 2020, das 8h às 17h.

Com a documentação completa, incluindo a comprovação de atuação na rede, que pode ser feita com a carteira de trabalho, o técnico já fará o próximo plantão com a matrícula expedida pela Sead. Em qualquer outro tipo de situação, processo administrativo é instaurado e o caso analisado para que o trabalhador da rede não seja prejudicado.

”Estamos iniciando o processo de reordenamento do quadro de pessoal, que também passa pelo recadastramento dos servidores. Com a contratação direta dos técnicos de enfermagem, garantimos o pagamento dos salários em dia, além de um melhor atendimento à população”, destacou o vice-governador e secretário chefe da Casa Civil, Carlos Almeida. Nos últimos meses, o atraso no pagamento dos técnicos de enfermagem por parte das empresas resultou em paralisação parcial de alguns serviços e falta em massa de terceirizados em algumas unidades de saúde.

Serão absolvidos os trabalhadores que já estão atuando na rede, uma decisão que atende princípios como o da continuidade do serviço público e mesmo de justiça, com quem já está atuando nos hospitais e prontos-socorros, destaca o vice-governador. Carlos Almeida relembra que a forma de contratação foi discutida com órgãos de controle, como os Ministérios Públicos do Trabalho (MPT) e de Contas (MPC), Defensoria Pública, com acompanhamento da Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Contrato padrão – Pelo contrato que assinarão com a Susam, os técnicos de enfermagem cumprirão 13 plantões por mês, recebendo ao final de cada mês de acordo com o calendário de pagamento do Estado. O contrato é embasado na Lei nº 2.607/2000, que dispõe “sobre a contratação de pessoal por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público”, nos termos das constituições federal e estadual.

O Estado pagará R$ 132,40 por plantão ao técnico de enfermagem. Atualmente, o valor por plantão pago pelo Governo às empresas, que operam como intermediárias do serviço de recursos humanos, está entre R$ 166 e R$ 190. Já o valor médio que as empresas pagam aos trabalhadores é de R$ 107, para enfermeiro diurno, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Serviço de Saúde do Amazonas (Sindipriv). Há casos de empresas que pagam até menos de R$ 100 por plantão para o trabalhador.

Quando foi implantado, em 1990, o Sistema Único de Saúde (SUS) previa a terceirização de serviços de forma complementar. Mas o que os governos passados implementaram no Amazonas foi a contratação generalizada, em muitos casos sem contrato, com pagamentos indenizatórios. Nesse tipo de relação, a fiscalização e a comprovação da prestação do serviço é muito mais precária.

Quando o atual Governo assumiu a gestão estadual, aponta o secretário de Saúde, Rodrigo Tobias, a Susam mantinha cerca de 1.500 contratos, para fornecimento de produtos, serviços, recursos humanos. Parte considerável era feita de forma indenizatória às empresas, uma prática condenada pelos órgãos de controle, mas que se tornou corriqueira nos últimos governos.

Mudança gradual – A rede estadual de Saúde tem 21 mil servidores estatutários. Os terceirizados chegam a cerca de 5,2 mil, que executam os plantões contratados pelo Estado das empresas. Desses, aproximadamente 3 mil são técnicos de enfermagem. Os outros 2,2 mil estão divididos entre maqueiros, agentes de portaria, vigilantes, entre outros.

O Governo organizou o fluxo de rescisão e contratação temporária para que os trabalhadores não fiquem sem receber no mês da mudança. Para tanto, explica a secretária de Administração, Inês Carolina Simonetti, o processo se dará antes do fechamento da folha de pagamento do Estado. Caso haja algum imprevisto, os técnicos de enfermagem poderão receber em folha especial.

Todo processo está sendo divulgado nas unidades de saúde, além do passo a passo constar no site da Susam: www.saúde.am.gov.br. Os técnicos de enfermagem também são orientados a imprimir os formulários exigidos no site e levá-los ao Vasco Vasques preenchidos, juntamente com a documentação exigida, em um dos dias destinados à contratação, de 8 a 17 deste mês. E para efetivar o processo, o trabalhador não deve estar de plantão, determinação do Governo que deve ser gerenciada pelos diretores das unidades de saúde.

Fotos: Portal CM7

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