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Amazonas

Fuzis são entregues às forças de segurança do AM para combate ao narcotráfico

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Parte dos materiais e armamentos reforçará as atividades operacionais do 8º Batalhão de Polícia Militar do Amazonas em Tabatinga, município localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

O sistema de segurança pública recebeu, nesta segunda-feira (14), 111 fuzis, 15 mil munições e 500 computadores. De acordo com o Governo do Amazonas, os equipamentos devem reforçar o trabalho policial em todo o estado, especialmente na região de fronteira.

Foram entregues 105 fuzis IA2, 315 carregadores, cinco fuzis M-15, um fuzil AR-10, quatro lançadores, além de 15.500 munições de diversos calibres, 701 granadas de diversos tipos, 40 capacetes balísticos, 51 escudos balísticos, entre outros itens.

Parte dos materiais e armamentos, conforme anunciado pelo Governo, reforçará as atividades operacionais do 8º Batalhão de Polícia Militar do Amazonas (PMAM) em Tabatinga, município localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

De acordo com o governo, os equipamentos são oriundos de doações do Governo Federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, e de aquisições feitas pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).

“Esse material, sendo deslocado para a fronteira, vai dar melhores condições para que os policiais possam combater o narcotráfico e levar mais segurança para a população interiorana”, disse o secretário da SSP-AM, coronel Louismar Bonates.

Amazonas

Lúcia Almeida; amor eterno que fortaleceu David na hora da guerra

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Manaus (AM) – Após um ano do falecimento de Lúcia Almeida, diversas homenagens são feitas nas redes sociais, onde relatam o quanto ela foi guerreira na luta contra o câncer.

Lúcia faleceu aos 41 anos, vítima de um câncer no fígado, que enfrentava desde 2017.

Lúcia sempre foi admirada pela elegância, carisma e inteligência. Inclusive era bacharel em Direito e também formada em Biblioteconomia.

Lúcia viveu momentos incríveis ao lado de David Almeida, que com certeza lembra da amada com o coração cheio de saudades.

David Almeida e Lúcia foram casados por quatro anos. Sendo ambos religiosos, o político sempre usava um versículo da Bíblia para expressar o amor à esposa.

“ O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha”. 1 Coríntios 13:4-7.

A falta de Lúcia nos momentos da campanha para prefeito este ano foi grande, mas quando pensava que iria fraquejar, David vestia a camisa com a imagem da esposa e ficava mais forte. As lembranças da luta da esposa contra o câncer,  fortalecia esses momentos de guerra.

Lúcia seria uma primeira-dama elegante, dócil e forte. Infelizmente o câncer venceu esta luta.

Todas a mulheres que passam por esta doença se espelharam na coragem de Lúcia e se tornou um exemplo de fé e amor.

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Amazonas

PGR não tem planos de afastamento a nenhum governador, divulga VEJA

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Politica/Am – A conceituada coluna Radar da revista VEJA assinada por Robson Bonin, desvendou o que chamamos de alivio e certeza para governadores de alguns estados que estavam sofrendo com fake news de uma suposta interferência de afastamento em seus mandatos por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo a coluna Radar, o procurador geral da República, Augusto Aras, revelou a interlocutores que não há, nos planos da PGR, novos pedidos de afastamento de governadores. Ação essa por parte da PGR que, na prática, ficou restrito até o momento ao então governador do estado do Rio de Janeiro Wilson Witzel.

Aliviado ou não, o Governador do Estado do Amazonas Wilson Lima segue acompanhando o Day After, ou Dia Seguinte, do “golpe” como assim está sendo chamado por remanescentes de sua bancada na ALEAM.

Final de semana de muitas emoções, dentro e fora da “Casinha”.

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Amazonas

Amazonino espalha cabos eleitorais da maldade por bairros de Manaus para comprar voto. Confira os nomes

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Manaus – Na manhã deste sábado (28), o Portal CM7 recebeu uma denúncia através do número de Whatsapp (92) 9237-7077 informando que os líderes da Coligação “Juntos Podemos Mais” do candidato Amazonino Mendes,  estão se organizando para a  noite deste sábado, saírem pelas zonas de Manaus com envelopes contendo a quantia de  R$ 500 reais para a compra de votos em favor de Amazonino Mendes.

Segundo informações, de dentro do comitê do candidato localizado no bairro Adrianópolis, a distribuição será feita pelo cabo eleitoral ‘Paulinho do Peixe’ e a operação será comandada pela sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes, que  inclusive em eleições passadas, já fez essa pratica ilícita. O objetivo é conseguir 40 mil votos para Amazonino.

O esquema 

Mônica Mendes, sobrinha do candidato Amazonino Mendes, alugou 5 Mil carros para a compra de 40.000 votos nas Zonas Norte e Leste de Manaus para este sábado (28).

Saiba quem são os envolvidos

Canaranas:  “Paulinho do Peixe”
Cidade Nova: Ana Lívia
Conselho Tutelar: Daniel Serrão; zona sul e centro-oeste
Zona leste : Uadson dos Santos
Zona Oeste: Neto Jacaré

Comitê geral controlando direto por Regina Martins.
Na Colônia Antônio Aleixo: um sujeito chamado Estrela, dono de um chamadoBar Subindo ao Céu- Ele ajuda o Afonso Lins

 

Compra de voto é crime!

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) é ilícito eleitoral punido com a cassação do registro ou do diploma do candidato e multa, de acordo com o artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e inelegibilidade por oito anos, segundo a alínea ‘j’ de dispositivo do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades), com as mudanças feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010).

O ilícito de compra de votos está tipificado no artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Segundo o artigo, constitui captação de sufrágio o candidato doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma.

Além da Lei das Eleições, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime a compra de votos (artigo 299). Prevê pena de prisão de até quatro anos para aqueles que oferecem ou prometem alguma quantia ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que receber ou solicitar dinheiro ou qualquer outra vantagem, para si ou para outra pessoa (artigo 299).

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