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Sociedade

Hospital Beneficente Portuguesa Completa 146 anos

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Há 146 anos, surgia na cidade de Manaus o Hospital Português Beneficente do Amazonas, hoje, conhecida como a Beneficente Portuguesa.

Com uma rica história da contribuição portuguesa na área de saúde do Amazonas e quase um século e meio de atividades, a estrutura abriga a história preservada em sua estrutura e a modernidade de quem está sempre crescendo, ampliando sua cobertura e formando novas parcerias.
Hoje, o hospital abriga diversos profissionais em todas as áreas da saúde que realizam, desde simples procedimentos ambulatoriais até os mais complexos como quimioterapia para tratamento do câncer, hemodiálise e exames de alta complexidade.

História (Por Abrahim Baze)
Para registrar os flagrantes memoráveis do Hospital Português, temos que destacar a figura do presidente da Província do Amazonas, Dr. Domingos Monteiro Peixoto, que representa de forma brilhante a fase pré-hospitalar, como doador da terra solicitada sob autorização e proteção de S. M. D. Pedro II, chefe supremo do Governo Imperial.
Temos que ressaltar também a participação do Tenente-Coronel José Coêlho Miranda Leão, presidente da Câmara Municipal da época, que teve papel de suma importância na vida inicial da que é hoje a Real e Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Amazonas. Este homem, de forma generosa, assina o documento expeditor de “Alto de Concessão” do primeiro terreno, localizado no Largo da Uruguaiana que media 9.952 m2, onde hoje está instalada a Igreja Salesiana, o Colégio e Faculdade Dom Bosco e uma parte do campo do Colégio Militar.
O líder desses senhores, foi então o primeiro presidente do hospital, Jose Texeira de Souza, que, acreditando no vigor do sangue Português, reuniu 70 Luzitanos e com eles funda o hospital, lançando a Pedra Fundamental no dia 16 de agosto de 1874, como grande símbolo do velho sonho da instalação do hospital.
O esforço da busca do vil metal era grande. A partir dai promoveram quermesses, arraiás, teatros, festivais, subscrições e arrendamento do pavilhão, este que seria usado também como enfermaria.
A Cidade de Manaus necessitava crescer, este terreno fora desapropriado pelo governo por sessenta contos de réis e o direito da escolha de um terreno em qualquer parte da cidade, dessa forma no dia 17 de dezembro de 1893 o sonho se realizara. Inaugurava-se o hospital na sede atual, antiga estrada Corrêa de Miranda, hoje Av. Joaquim Nabuco.
Era presidente na época o senhor Francisco Nicolau dos Santos, esta inauguração foi honrosamente presidida pelo então governador da época Eduardo Gonçalves Ribeiro, que ocorreu às 19:00hs de 1893, este sonho durou 20 anos. O primeiro diretor clínico do hospital foi o Dr. Jonathas de Freitas Pedrosa, que mais tarde foi o governador do Amazonas.

Comemoração
Para o dia festivo, a programação de aniversário, segundo o presidente da instituição, Vitor Vilhena Gonçalo da Silva, reserva uma missa em ação de graças, seguida de um jantar entre a diretoria e colaboradores, a serem realizados na noite desta quinta-feira, 31.

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Amazonas

Após aglomeração em ônibus, Prefeitura diz que vai aumentar nº de viagens e de veículos em Manaus

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A partir desta segunda-feira (12), nove linhas de ônibus do transporte público da capital devem começar a rodar pelas ruas de Manaus com reforço de viagens e veículos para evitar aglomerações nos coletivos, segundo informou o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), nesta sexta-feira (9).

Nas últimas semanas, a Rede Amazônica flagrou diversos ônibus e terminais com aglomeração de passageiros.

A medida, segundo a Prefeitura de Manaus, ocorre após a constatação de lotação de linhas em diversos pontos da cidade no horário de pico de passageiros.

Serão reforçadas as linhas 678, 676, 600, 560, 449, 448, 034, 013 e 010, que também terão aumento no número de viagens realizadas pelas referidas linhas.

O IMMU informou que realiza estudo em outras linhas da capital para avaliar a implementação de reforço como medidas de segurança contra a disseminação do novo coronavírus.

Flexibilização das medidas restritivas

 

Na segunda-feira (5), o Governo do Amazonas publicou o decreto com as alterações no horário de funcionamento do comércio. As medidas são por 15 dias.

Entre os destaques está a ampliação do horário de funcionamento de restaurantes e a liberação para a retomada de aulas do ensino médio e cursos livres.

O Amazonas encontra-se na fase laranja da quarentena, que corresponde classificação de risco moderado para transmissão de Covid-19, segundo o governo do Estado.

Desde o início da pandemia de Covid-19, em 2020, o Amazonas registra mais de 352 mil infectados e o número de mortes supera os 12 mil.

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Amazonas

Faltam sedativos em hospitais e pacientes intubados acordam, dizem médicos

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Representante do Conselho Federal de Farmácia afirma que escassez de medicamentos acompanha alto índice de ocupação de UTIs por Covid-19. Secretarias de Saúde de PE e do Recife negam desabastecimento.

O número alto de pacientes com Covid-19 internados em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) de Pernambuco fez com que, segundo profissionais da saúde, começassem a faltar alguns medicamentos do “kit intubação”, usados para intubar e sedar pacientes em unidades de saúde. As Secretarias de Saúde de Pernambuco e do Recife negaram desabastecimento.

O médico intensivista Arthur Milach, coordenador da UTI-Covid do Hospital de Referência Unidade Boa Viagem Covid-19 e do Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa, ambos no Recife, afirmou que, por conta da situação, não é possível garantir que os pacientes ficarão totalmente inconscientes e, sem sedação, alguns pacientes acordam.

O médico explicou que, quando acaba um certo tipo de sedativo, os hospitais algumas vezes levam de 48 a 72 horas para conseguir novas remessas.

“As medicações chegam, mas esse período que o paciente fica sem sedação é arriscado e alguns terminam acordando. A quantidade de sedação e o tipo têm que ser reavaliados constantemente”, explicou.

 

A escassez de medicamentos, segundo o médico, também termina sobrecarregando os profissionais de saúde que trabalham na linha de frente da Covid-19.

“As equipes de enfermagem estão bastante treinadas e ficam próximas dos pacientes, monitorando para que não aconteça uma desintubação. Nesse momento, não é apenas o cansaço que conta, tem também o estresse. A gente precisa ficar a cada momento mais vigilante”, relatou Milach.

 O médico intensivista Marçal Paiva Junior afirmou que os médicos já imaginavam que poderiam faltar alguns medicamentos por conta da alta no número de casos — Foto: Acervo pessoal

O médico intensivista Marçal Paiva Junior afirmou que os médicos já imaginavam que poderiam faltar alguns medicamentos por conta da alta no número de casos — Foto: Acervo pessoal

A taxa de ocupação de leitos de UTI em Pernambuco, na quarta-feira (7), estava em 97% na rede estadual e de 90% na rede privada. O médico intensivista Marçal Paiva Junior afirmou que os profissionais da área de saúde já imaginavam que a escassez de sedativos aconteceria por conta da alta no número de casos.

“Faltam algumas medicações comuns em pacientes intubados e precisamos substituir por outras que não são as melhores, que não são de primeira escolha. Em algumas situações, os pacientes podem ficar mal sedados”, disse Marçal Paiva Junior.

 

Ele relatou que o retorno do fornecimento desses medicamentos nem sempre acontece rapidamente. “Enquanto essas medicações não estão sendo fornecidas, a gente tem que usar alternativas. Além da rotina desgastante de UTI, ainda é preciso lidar com essa falta de medicamentos que pode prejudicar o paciente”, relatou Marçal.

De acordo com membro do Conselho Federal de Farmácia, faltam alguns bloqueadores neuromusculares, sedativos e anestésicos nos hospitais — Foto: Reprodução/TV Globo

De acordo com membro do Conselho Federal de Farmácia, faltam alguns bloqueadores neuromusculares, sedativos e anestésicos nos hospitais — Foto: Reprodução/TV Globo

De acordo com o farmacêutico hospitalar José de Arimatéa Rocha Filho, membro do Conselho Federal de Farmácia (CFF), a situação diz respeito principalmente a alguns bloqueadores neuromusculares (cisatracúrio, atracúrio e suxametônio), sedativos (midazolam) e anestésicos (propofol, cetamina). Ele afirmou que o desabastecimento é alto e acompanha a quantidade de internação.

“Começou junto com o aumento dos casos de Covid e de internações em UTI, entre fevereiro e março. Você pode ter de manhã uma droga e ela acabar de repente. Na troca por outro medicamento, tem um tempo de espera. E o paciente intubado, se perder a sedação, pode ficar agitado e perder a intubação”, relatou.

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) tem feito o acompanhamento junto aos farmacêuticos e realiza ações junto ao Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Conseguimos alguns resultados como o aumento da importação, mas o desabastecimento continua por conta do número de casos”, disse.

José de Arimatéa, que também é diretor Administrativo do Hospital das Clínicas (HC-UFPE), contou que acabou nessa semana na unidade de saúde o Midazolam, que é uma droga de primeira escolha para sedação. “Conseguimos fazer a compra e estamos esperando a entrega. Os estoques são monitorados constantemente”, declarou.

Respostas

 

A Secretaria de Saúde do Recife, responsável pelo Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa, afirmou, por meio de nota, que atualmente não há desabastecimento dos medicamentos para intubação em nenhum dos equipamentos da rede municipal de saúde e que o estoque desses remédios está regular e é suficiente.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou, por meio de nota, que atualmente a rede pública de saúde conta com estoque garantidor dos suprimentos e que tem monitorado permanentemente os estoques dos insumos para manter a rede estadual de Saúde em pleno funcionamento.

A SES informou que também está agilizando processos de aquisição e realizando compras para evitar a falta de medicamentos e materiais. “É preciso lembrar, ainda, que a dificuldade na aquisição de medicamentos é nacional, devido à alta demanda em todo o país”, informou o comunicado.

Sobre a a unidade Hospital de Referência Unidade Boa Viagem Covid-19, a SES afirmou que não há falta de medicamentos, mas que, para evitar o desabastecimento, a unidade estimula o uso racional e adequado dos insumos já em estoque.

 também tentou-se contato com o Ministério da Saúde, mas não obteve resposta.

O número de pessoas internadas em leitos de UTI para pacientes com problemas respiratórios cresceu 59% em março de 2021. Segundo dados do governo, no dia 1º, havia 1.216 pessoas ocupando essas vagas. No dia 30, 1.938 pacientes estavam em unidades das redes pública e privada. No mesmo mês, o estado registrou aumento de 64% na quantidade de casos graves de Covid.

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Amazonas

Helicóptero da SSP faz resgate de homem picado por cobra na zona rural de Manaus

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O Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa), da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), realizou, na tarde desta segunda-feira (5), o resgate de um homem picado por uma cobra peçonhenta, na comunidade Novo Canaã, localizada no Km 41 da BR-174, na zona rural de Manaus.

A solicitação do socorro foi feita pelo líder comunitário do local. Um homem, de 27 anos, foi picado na mão direita, na tarde desta segunda, enquanto estava capinando um terreno.

Além dos agentes da Segurança Pública, dois socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) participaram do resgate. De acordo com o tenente-coronel Cavalcante, entre a ida e a volta da localidade, a equipe levou cerca de meia hora.

“A rapidez que a gente se deslocou pode ter salvado a vida dele, nós conseguimos em meia hora resgatá-lo, e trazer para o atendimento médico, isso pode ter sido um fator primordial para a sobrevivência dele”, disse, por meio de assessoria.

O helicóptero com o paciente desembarcou na Vila Olímpica, no Dom Pedro, zona centro-oeste. De lá, ele foi levado de ambulância pela equipe do SAMU para a Fundação de Medicina Tropical, onde vai receber tratamento especializado.

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