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Sociedade

Mãe deixa filha morrer de fome para fingir doença e ganhar R$ 2 milhões

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Colorado – Uma mãe fez sua menina de apenas sete anos morrer de fome após fingir que ela tinha uma doença rara e terminal. A pequena Olivia Gant do Colorado nos Estados Unidos na realidade não tinha nenhum problema de saúde, mas sua mãe Kelly Gant convenceu os médicos que ela tinha uma doença terminal.

Ela ainda convenceu os médicos a lhe deixarem assinar uma “ordem de não ressuscitação” e determinou que a sonda que estava alimentando sua filha no hospital fosse desligada. A mãe alegou para os médicos que a pequena Olivia não estava tendo nenhuma qualidade de vida e que seria melhor fazer isso. A pequena acabou morrendo de fome em agosto de 2017, já que teve a sonda desligada.

Após a mãe ter passado anos levando a pequena Olivia a diversos médicos e alegando que ela tinha uma doença rara que gerava complicações como convulsões.

Ao longo dos anos, Kelly também arrecadou cerca de R$ 2 milhões de reais com doações para sua filha. Kelly fez uma lista de desejos da criança antes de morrer e criou uma página na internet, fazendo com que muitas pessoas contribuíssem.

A verdade só começou a vir à tona em 2018. Após a morte de Olivia, Kelly passou a dizer que sua filha mais velha de onze anos tinha câncer.

Um médico suspeitou das alegações da mãe, realizou mais exames na criança e descobriu que ela não tinha câncer e era totalmente saudável.

A descoberta passou a gerar suspeitas sobre o que havia ocorrido com Olivia. E uma autopsia realizada em 2018 revelou que Olivia de fato não tinha nenhum dos supostos problemas de saúde que sua mãe alegava.

Na última segunda-feira (21/10), Kelly foi indiciada por assassinato, abuso infantil e fraude utilizando doações. Ela está aguardando seu julgamento.

Fonte: NotiSul

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Brasil

Policiais colocam cães para rastrear Lázaro após morador dizer ter visto ele

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O Batalhão de Cães da Polícia Militar do Distrito Federal (BPCães) e a tropa de choque da polícia de Goiás estão concentrados em uma área de mata de Girassol, no Entorno do DF, para tentar localizar rastros de Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos.

A força-tarefa teve início na tarde desta sexta-feira (18/6), após um morador da região avistar o acusado de cometer chacina no DF e aterrorizar a região entre Cocalzinho e Edilândia.

“O vizinho viu ele entrando no bananal e, em seguida, a polícia chegou. Minha casa está toda revirada… Porta quebrada, roupa e guarda-roupas revirados. Um queijo foi levado”, afirmou um produtor rural da região.

“Estamos com muito medo agora. Moramos aqui há 20 anos. Vivíamos tranquilos antes disso. A gente espera solução todo dia, reza, pede a Deus que esse caso seja resolvido logo. A gente quer justiça. Isso tira o sono”, disse Sebastiana Aparecida Rodrigues, 65 anos. Da casa dela foi levado um carregador de celular.

Policiais fazem um novo cerco ao maníaco, que há 10 dias foge da polícia do Distrito Federal e de Goiás. Também são usados cavalos e helicópteros.

O cerco policial montado pelas forças de segurança para tentar localizar o assassino se concentra no município de Girassol, em Goiás, local onde o criminoso trocou tiros com a polícia e voltou a se esconder na mata.

A Polícia Civil de Goiás divulgou vídeos que mostram a caçada ao assassino em série pela região. Conforme o Metrópoles revelou, durante as diligências, os agentes encontraram pelo caminho vários rituais supostamente deixados pelo psicopata.

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Brasil

Vela satânica com nome de Lázaro é encontrada por policiais durante busca no mato

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Brasil – Em meio às buscas pelo serial killer Lázaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, policiais encontraram oferendas e velas, supostamente deixadas pelo criminoso na região de Edilândia e Cocalzinho, em Goiás. Alguns dos objetos estavam acompanhados de pedaços de papel com seu nome completo escrito.

As suspeitas são de que o próprio criminoso tenha realizado rituais para pedir proteção espiritual. Agentes gravaram o momento em que localizam uma das velas no interior de um cupinzeiro durante as incursões pela mata.

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Amazonas

Aos 70 anos, morre dono de restaurante em Manaus

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Manaus – Na madrugada desta terça-feira (15), morreu o empresário Joaquim Loureiro, mais conhecido como ‘Jokka’, dono da tradicional Peixaria do Jokka, localizada no bairro São Raimundo, zona Oeste da capital amazonense.

Muito conhecido pela personalidade irreverente, de ser “ignorante” com os clientes, Jokka era bastante querido por suas frases icônicas como “seja educado: come, pague e vá embora”. O local sempre foi muito frequentado por políticos e personalidades manauaras, pois além da culinária e do próprio Jokka, ainda possui o atrativo de uma vista privilegiada do Rio Negro.

Jokka foi casado por quase 50 anos com Maria do Carmo, que faleceu em janeiro deste ano. Natural de Acajatuba, no Iranduba, ele deixou três filhos.

David Almeida e Marcos Rotta lamentam o falecimento de Jokka

O prefeito de Manaus, David Almeida, e o vice-prefeito Marcos Rotta lamentam profundamente a morte, na madrugada desta terça-feira, 15/6, do empresário amazonense Joaquim Loureiro, conhecido como “Jokka”, aos 70 anos. Ele era famoso em Manaus por sua peixaria, localizada no bairro São Raimundo.

“Com pesar, recebi a notícia da morte do nosso querido Jokka, que, com sua humildade, fez o seu restaurante, com uma bela vista para o rio Negro, ser um dos mais conhecidos e frequentados na cidade. Que Deus conforte o coração de seus familiares e amigos neste momento de dor”, disse o prefeito.

“Lamento profundamente a morte de Jokka, que era um dos donos de restaurantes mais tradicionais da cidade. Meu sentimento de pesar e que Deus console a todos neste difícil momento de perda para todos nós”, afirmou o vice-prefeito.

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