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Polícia

Mais de 300 motoristas de aplicativo participam do cortejo do colega assassinado

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Pelo menos 300 motoristas de aplicativo irão acompanhar o cortejo do corpo de Higson Cavalcante Ramos, 49, encontrado na véspera do feriado e, que será enterrado no início da tarde deste sábado, 7, no cemitério Parque de Manaus Tarumã, Zona Oeste da cidade.

O grupo vai sair em carreata do Instituto Médico Legal (IML), na Cidade Nova, Zona Norte, onde estão neste momento aguardando a liberação do corpo que, devido ao avançado estado de decomposição, seguirá imediatamente para o enterro, sem velório.

Motorista de aplicativo, Higson estava desaparecido desde a última terça-feira, 3, e seu corpo foi encontrado três dias depois, na noite desta sexta-feira, 6, na estrada do ramal do Brasileirinho, na Zona Leste, com perfurações na região do tórax.

Segundo informações coletadas pelo Amazonas1, o corpo foi encontrado pela Polícia Militar (PM) após denúncia anônima de um morador da região, que afirmou ter sentido um forte odor vindo da mata. Durante a busca, o corpo foi encontrado com diversos golpes deferidos no peito e pescoço e uma faca, supostamente utilizada no crime. O cadáver já estava em avançado estado de decomposição.

Após o corpo ser retirado e encaminhado ao IML, colegas motoristas de aplicativos que acompanhavam o caso e ajudaram nas buscas realizaram carreata em protesto e concentração no IML até que a confirmação de identificação do corpo fosse realizada.

Um adolescente suspeito de ter participado no assassinato do motorista Higson Cavalcante foi preso na noite de ontem pela polícia, após denúncias anônimas de que ele estaria envolvido. Outros suspeitos que também teriam participação no crime estão foragidos.

“Nosso pedido é que a Polícia Militar reforce mais a segurança, faça mais blitzes, parem os carros, e que os aplicativos reforcem mais a segurança também. Precisamos de mais segurança e justiça. Espero que todos os envolvidos na morte do colega sejam presos e condenados”, disse o motorista de aplicativo Samuel Augusto, que estava contribuindo para as buscas e informações sobre o desaparecimento do colega Higson Cavalcante.

Os colegas de profissão estão revoltados e pedem justiça às autoridades e providências em relação à segurança, já que essa é a terceira morte este ano de motorista de aplicativo por assaltantes.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de aplicativos de mobilidade urbana da cidade de Manaus para solicitar posicionamento sobre o caso ocorrido e quais medidas protetivas de segurança dão aos motoristas, mas até o fim desta matéria não obteve resposta.

Prisão

Conforme nota enviada pela polícia, o adolescente de 16 anos, suspeito de envolvimento no assassinato do motorista de aplicativo, Higson Cavalcante, foi preso ainda nesta sexta-feira, 6, por policiais militares da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães).

De acordo com o relato do adolescente, ele e mais dois homens solicitaram, no bairro Monte das Oliveiras, Zona Norte, a corrida via aplicativo, atendida pela vítima, onde seguiram para o Ramal do Brasileirinho. O infrator informou que o objetivo dos autores, inicialmente, era roubar o veículo de Higson, que foi morto com uma facada no peito.

O adolescente apreendido foi conduzido pelos policiais militares para ser apresentado na Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai).

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Amazonas

Assaltantes armados perseguem trabalhador no bairro do Alvorada

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Onda de assaltos preocupam moradores de Manaus. Um vídeo enviado para o Portal Cm7 mostra um jovem sendo perseguido por homem armado no bairro do Alvorada I, zona Centro-Oeste da capital.

Os assaltantes estavam em uma motocicleta XRE 300 e pararam na frente de uma residência, supostamente para realizar furtos, mas é neste momento que o trabalhador passa com uma mochila nas costas pelos criminosos e começa ser perseguido por um dos homens. A vítima corre e os dois ladrões seguem a sua procura.

Não há informações sobre a vítima ou os criminosos.

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Amazonas

PM é preso por assassinar namorado

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Manaus – Na madrugada deste sábado (3), Lucas Santos Brandão, de 19 anos, foi morto a tiros dentro do carro do policial militar Daniel Lendel Oliveira Nascimento, de 33 anos.

Uma testemunha do crime, uma jovem de 20 anos, afirma que os dois se apresentavam como primos, mas a desconfiança é de que mantinham um relacionamento. Ela alega que eles estavam em uma festa, quando começaram uma discussão por ciúmes.

Após pegar carona com eles, a testemunha conta que os dois foram discutindo durante todo o trajeto, e em determinado ponto ela desceu do carro e os dois foram para o banco de trás, onde continuaram brigando porque Daniel havia pego o celular de Lucas sem permissão e não queria devolver.

A jovem conta ainda que Daniel afirmou que iria dar um tiro, mas achou que tudo não passava de brincadeira. Mas não era. Daniel acabou disparando o tiro em Lucas.

Após o crime, a jovem parou um mototaxista que passava pelo local e pediu ajuda para socorrer Lucas, mas ele não resistiu e acabou morrendo no banco do passageiro do carro de Daniel.

Nervoso, o policial olhava a todo instante para Lucas ensanguentado e acabou perdendo o controle do veículo causando um acidente em frente ao Ciops, no bairro do Aleixo.

Segundo a testemunha, ele ainda pediu para que ela confirmasse à polícia de que haviam sido assaltados e tentou guardar a arma em sua bolsa, mas ela não aceitou.

Versão alternativa

A segunda versão foi contada por Daniel aos policiais que atenderam a ocorrência. Segundo o policial, ele teve o carro fechado por outro veículo e que os ocupantes desse veículo haviam efetuado o disparo que vitimou Lucas.

O policial teria revidado, perdendo o controle do carro, sofrendo o acidente. Mas no relatório da polícia consta Daniel como o autor do disparo que matou Lucas.

O PM foi levado preso para o 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e permanece à disposição da Justiça.

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Brasil

Pai é morto a facadas pela filha em Belo Horizonte

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Brasil – Na noite do último sábado (03), uma mulher de 27 anos matou o pai a facadas em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Segundo a Polícia Militar, pai e filha saíram juntos para beber e, quando voltaram para casa, ela acendeu um cigarro de maconha e os dois começaram a discutir. O crime aconteceu no bairro Vila Aparecida.

A mãe da jovem relatou que escutou a discussão e foi intervir quando viu o marido tentar enforcar a filha. Em seguida, a filha entrou em casa e foi seguida pelo pai. Ela tirou uma faca da bolsa e o golpeou. Segundo a perícia, a vítima teve quatro perfurações no peito, uma na barriga e uma na perna direita.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o homem veio a óbito antes que o socorro chegasse. A autora do crime foi presa em flagrante por homicídio e conduzida à Delegacia de Plantão de Nova Lima.

Conforme o depoimento da mãe, a jovem morava na rua durante a maior parte do tempo, e as discussões pelo uso de drogas eram frequentes quando ela estava em casa. As visitas geralmente eram para ver a filha de 10 anos, que mora com os avós.

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