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Amazonas

Mulher e crianças ficam feridas em tiroteio no Rio Abacaxis, no AM; confrontos na região já deixaram pelo menos sete mortos

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Operação policial investiga, há cerca de duas semanas, atuação de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas na região. Polícia Federal foi enviada para apurar abusos contra indígenas e populações tradicionais.

Uma mulher e duas crianças foram baleadas durante confronto entre policiais e criminosos na região do Rio Abacaxis, em Nova Olinda do Norte, distante 135 Km de Manaus, nessa quarta-feira (12). A Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) informou, por meio de nota, que a mulher baleada e outras duas pessoas foram presas suspeitas de ligação com uma organização criminosa que atua na região. Confrontos entre policiais e traficantes têm gerado uma onda de violência na região e já deixou, pelo menos, 7 mortos.

A região de Nova Olinda do Norte vive uma escalada de violência desde o fim de junho, depois que o secretário de Governo do Estado, Saulo Moyses Costa, foi baleado no Rio Abacaxis enquanto pescava. Depois disso, a SSP enviou equipes da Companhia de Operações Especiais (COE) para realizar investigações na cidade sobre uma suposta organização criminosa ligada ao tráfico de drogas que atua na área.

No primeiro dia da operação, em 3 de agosto, dois policiais militares foram mortos durante um confronto com criminosos, e outros dois ficaram feridos. A secretaria decidiu mandar mais de 50 policiais à região, no dia 4 de agosto, para reforçar a segurança na cidade, porém moradores de comunidades indígenas e ribeirinhas denunciaram ao Ministério Público Federal (MPF) que sofreram abusos dos policiais, como tortura e invasão de residências e aldeias.

A secretaria também informou sobre a morte de um outro homem, sem identificação, durante um confronto entre a polícia, no dia 5 de agosto. O indígena Josimar Moraes da Silva também foi encontrado morto no mesmo Rio Abacaxis, no dia 7 de agosto.

No dia 10 de agosto, equipes da Polícia Federal chegaram à cidade após a Justiça determinar que medidas fossem tomadas para garantir a proteção de indígenas e povos tradicionais.

Foram equipes da PF que encontraram, na terça-feira (11), os corpos de três ribeirinhos na região do Rio Abacaxis. Segundo familiares, os corpos eram do casal Anderson Monteiro e Vanderlania Araújo e do adolescente Matheus Araujo, de 16 anos, que estavam desaparecidos há 10 dias. Uma quarta pessoa que estava com o trio continua desaparecida.

De acordo com investigações da SSP, um grupo criminoso é suspeito de promover ações violentas na região do rio Abacaxis, com ações de tráfico de entorpecentes, extração ilegal de madeira e minério, além de pirataria. A ação realizada por volta das 22h dessa quarta-feira (12), no rio Abacaxis, entre as comunidades Camarão e Nova Esperança, resultou nas primeiras prisões da operação: duas mulheres e um homem, apontado como familiares de um traficante local, suspeito de comandar o bando criminoso que atua na região e suspeito de homicídios que ocorreram nos últimos dias, incluindo a morte de dois policiais militares.

O trio estava com armas de fogo, munições e insumos para a recarga de munições. Segundo a SSP, a primeira presa foi uma mulher, que confessou estar levando armas e munições para o bando criminoso que está escondido na mata. Segundo informações da equipe, enquanto eles estavam navegando pelo rio Abacaxis, buscando sinal de um telefone satelital, para comunicar a prisão à base, foram alvo de tiros vindos de uma embarcação de pequeno porte.

Operação policial é realizada no município de Nova Olinda do Norte, no interior do Amazonas. — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

Uma mulher e duas crianças se feriram durante a ação policial, e foram transferidos para atendimento hospitalar em Manaus. Ainda conforme investigação da polícia, a mulher é irmã de um traficante local e está sendo investigada por participação no assassinato de dois policiais militares, ocorridas no início do mês.

Durante toda a ação, tanto da prisão quanto do tiroteio, foram apreendidas quatro armas de fogo em poder dos criminosos. Foram presas duas mulheres e um homem. Dois suspeitos conseguiram fugir.

De acordo com o delegado Cícero Túlio, que está conduzindo investigações em Nova Olinda do Norte, a mulher baleada é suspeita de integrar o bando e auxiliar o irmão. Ela foi indiciada, e os outros dois vão responder por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Amazonas

PGR não tem planos de afastamento a nenhum governador, divulga VEJA

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Politica/Am – A conceituada coluna Radar da revista VEJA assinada por Robson Bonin, desvendou o que chamamos de alivio e certeza para governadores de alguns estados que estavam sofrendo com fake news de uma suposta interferência de afastamento em seus mandatos por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo a coluna Radar, o procurador geral da República, Augusto Aras, revelou a interlocutores que não há, nos planos da PGR, novos pedidos de afastamento de governadores. Ação essa por parte da PGR que, na prática, ficou restrito até o momento ao então governador do estado do Rio de Janeiro Wilson Witzel.

Aliviado ou não, o Governador do Estado do Amazonas Wilson Lima segue acompanhando o Day After, ou Dia Seguinte, do “golpe” como assim está sendo chamado por remanescentes de sua bancada na ALEAM.

Final de semana de muitas emoções, dentro e fora da “Casinha”.

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Amazonas

Amazonino espalha cabos eleitorais da maldade por bairros de Manaus para comprar voto. Confira os nomes

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Manaus – Na manhã deste sábado (28), o Portal CM7 recebeu uma denúncia através do número de Whatsapp (92) 9237-7077 informando que os líderes da Coligação “Juntos Podemos Mais” do candidato Amazonino Mendes,  estão se organizando para a  noite deste sábado, saírem pelas zonas de Manaus com envelopes contendo a quantia de  R$ 500 reais para a compra de votos em favor de Amazonino Mendes.

Segundo informações, de dentro do comitê do candidato localizado no bairro Adrianópolis, a distribuição será feita pelo cabo eleitoral ‘Paulinho do Peixe’ e a operação será comandada pela sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes, que  inclusive em eleições passadas, já fez essa pratica ilícita. O objetivo é conseguir 40 mil votos para Amazonino.

O esquema 

Mônica Mendes, sobrinha do candidato Amazonino Mendes, alugou 5 Mil carros para a compra de 40.000 votos nas Zonas Norte e Leste de Manaus para este sábado (28).

Saiba quem são os envolvidos

Canaranas:  “Paulinho do Peixe”
Cidade Nova: Ana Lívia
Conselho Tutelar: Daniel Serrão; zona sul e centro-oeste
Zona leste : Uadson dos Santos
Zona Oeste: Neto Jacaré

Comitê geral controlando direto por Regina Martins.
Na Colônia Antônio Aleixo: um sujeito chamado Estrela, dono de um chamadoBar Subindo ao Céu- Ele ajuda o Afonso Lins

 

Compra de voto é crime!

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) é ilícito eleitoral punido com a cassação do registro ou do diploma do candidato e multa, de acordo com o artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e inelegibilidade por oito anos, segundo a alínea ‘j’ de dispositivo do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades), com as mudanças feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010).

O ilícito de compra de votos está tipificado no artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Segundo o artigo, constitui captação de sufrágio o candidato doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma.

Além da Lei das Eleições, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime a compra de votos (artigo 299). Prevê pena de prisão de até quatro anos para aqueles que oferecem ou prometem alguma quantia ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que receber ou solicitar dinheiro ou qualquer outra vantagem, para si ou para outra pessoa (artigo 299).

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Amazonas

Urgente: sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes é denunciada por esquema de compras de votos

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Manaus – Na manhã deste sábado (28), o Portal CM7 recebeu uma denúncia através do número de Whatsapp (92) 9237-7077 informando que os líderes da Coligação “Juntos Podemos Mais” do candidato Amazonino Mendes,  estão se organizando para a  noite deste sábado, saírem pelas zonas de Manaus com envelopes contendo a quantia de  R$ 500 reais para a compra de votos em favor de Amazonino Mendes.

Segundo informações, de dentro do comitê do candidato localizado no bairro Adrianópolis, a distribuição será feita pelo cabo eleitoral ‘Paulinho do Peixe’ e a operação será comandada pela sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes, que  inclusive em eleições passadas, já fez essa pratica ilícita. O objetivo é conseguir 40 mil votos para Amazonino.

O esquema 

Mônica Mendes, sobrinha do candidato Amazonino Mendes, alugou 5 Mil carros para a compra de 40.000 votos nas Zonas Norte e Leste de Manaus para este sábado (28).

Saiba quem são os envolvidos

Canaranas:  “Paulinho do Peixe”
Cidade Nova: Ana Lívia
Conselho Tutelar: Daniel Serrão; zona sul e centro-oeste
Zona leste : Uadson dos Santos
Zona Oeste: Neto Jacaré

 

Compra de voto é crime!

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) é ilícito eleitoral punido com a cassação do registro ou do diploma do candidato e multa, de acordo com o artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e inelegibilidade por oito anos, segundo a alínea ‘j’ de dispositivo do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades), com as mudanças feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010).

O ilícito de compra de votos está tipificado no artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Segundo o artigo, constitui captação de sufrágio o candidato doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma.

Além da Lei das Eleições, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime a compra de votos (artigo 299). Prevê pena de prisão de até quatro anos para aqueles que oferecem ou prometem alguma quantia ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que receber ou solicitar dinheiro ou qualquer outra vantagem, para si ou para outra pessoa (artigo 299).

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