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Amazonas

Número de pessoas ocupadas no AM cresce 3,6% em um ano

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Comércio e agricultura foram as principais atividades empregadoras no ano de 2019.

O número de pessoas ocupadas no Amazonas teve um acréscimo de 3,6% no ano passado em comparação a 2018, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quarta-feira (26). O comércio e agricultura foram as atividades que mais empregaram.

Em 2019, a população ocupada foi estimada em 1,65 milhões de pessoas. Em 2018, o total era de 1,60 milhão de pessoas. Há oito anos, o número registrado foi de 1,41 milhão.

Na Região Norte, em 2019, o trabalhador por conta própria representou 33,6% do total de 2,5 milhões pessoas ocupadas. O número mostra uma tendência de crescimento e uma diferença de 4,6 pontos percentuais em relação a 2012 (29%).

Enquanto isso, a proporção do empregado no setor privado com carteira de trabalho assinada em relação ao número de pessoas ocupadas mostra uma tendência de queda desde 2014, chegando ao seu valor mínimo em 2019, ou seja, 20,7%, 1,6 milhão de pessoas ocupadas.

As outras categorias mostram certa estabilidade em seus números: em 2019, a proporção de empregados no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) representou 15,7%; a de empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada, 14,9%; a de trabalhador familiar auxiliar, 5,9%; a de trabalhador doméstico, 5,7% e a de empregador, 3,5%.

A PNADC 2019 – Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2019, também mostra que, em relação a distribuição percentual, há três principais grupamentos de atividade que se destacam na composição estrutural por grupamentos de atividades do mercado de trabalho do Amazonas.

Em 2019, o principal grupo nessa composição estrutural foi comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, que representou 19,8%, o que equivale a 327 mil pessoas ocupadas nesse grupo.

O segundo, foi o grupo da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que representou 18,1%, o que equivale a 298 mil pessoas. O grupo da Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais representou 17,8%, o que equivale 294 mil pessoas.

No Amazonas, em relação aos outros grupos, a indústria geral representou, em 2019, 10,8%, o que equivale a 178 mil pessoas ocupadas. A informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas representou 7,4%, o que equivale a 123 mil pessoas ocupadas.

O alojamento e alimentação representou 5,9%, o que equivale a 97 mil pessoas ocupadas. O transporte, armazenagem e correio representou 5,8%, o que equivale a 97 mil pessoas ocupadas. A construção representou 5,6%, o que equivale 93 mil pessoas ocupadas. O outro serviço representou 4,6%, o que equivale a 76 mil pessoas ocupadas. E, por último, o serviço doméstico representou 4,2%, o que equivale a 70

Amazonas

PGR não tem planos de afastamento a nenhum governador, divulga VEJA

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Politica/Am – A conceituada coluna Radar da revista VEJA assinada por Robson Bonin, desvendou o que chamamos de alivio e certeza para governadores de alguns estados que estavam sofrendo com fake news de uma suposta interferência de afastamento em seus mandatos por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo a coluna Radar, o procurador geral da República, Augusto Aras, revelou a interlocutores que não há, nos planos da PGR, novos pedidos de afastamento de governadores. Ação essa por parte da PGR que, na prática, ficou restrito até o momento ao então governador do estado do Rio de Janeiro Wilson Witzel.

Aliviado ou não, o Governador do Estado do Amazonas Wilson Lima segue acompanhando o Day After, ou Dia Seguinte, do “golpe” como assim está sendo chamado por remanescentes de sua bancada na ALEAM.

Final de semana de muitas emoções, dentro e fora da “Casinha”.

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Amazonas

Amazonino espalha cabos eleitorais da maldade por bairros de Manaus para comprar voto. Confira os nomes

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Manaus – Na manhã deste sábado (28), o Portal CM7 recebeu uma denúncia através do número de Whatsapp (92) 9237-7077 informando que os líderes da Coligação “Juntos Podemos Mais” do candidato Amazonino Mendes,  estão se organizando para a  noite deste sábado, saírem pelas zonas de Manaus com envelopes contendo a quantia de  R$ 500 reais para a compra de votos em favor de Amazonino Mendes.

Segundo informações, de dentro do comitê do candidato localizado no bairro Adrianópolis, a distribuição será feita pelo cabo eleitoral ‘Paulinho do Peixe’ e a operação será comandada pela sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes, que  inclusive em eleições passadas, já fez essa pratica ilícita. O objetivo é conseguir 40 mil votos para Amazonino.

O esquema 

Mônica Mendes, sobrinha do candidato Amazonino Mendes, alugou 5 Mil carros para a compra de 40.000 votos nas Zonas Norte e Leste de Manaus para este sábado (28).

Saiba quem são os envolvidos

Canaranas:  “Paulinho do Peixe”
Cidade Nova: Ana Lívia
Conselho Tutelar: Daniel Serrão; zona sul e centro-oeste
Zona leste : Uadson dos Santos
Zona Oeste: Neto Jacaré

Comitê geral controlando direto por Regina Martins.
Na Colônia Antônio Aleixo: um sujeito chamado Estrela, dono de um chamadoBar Subindo ao Céu- Ele ajuda o Afonso Lins

 

Compra de voto é crime!

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) é ilícito eleitoral punido com a cassação do registro ou do diploma do candidato e multa, de acordo com o artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e inelegibilidade por oito anos, segundo a alínea ‘j’ de dispositivo do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades), com as mudanças feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010).

O ilícito de compra de votos está tipificado no artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Segundo o artigo, constitui captação de sufrágio o candidato doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma.

Além da Lei das Eleições, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime a compra de votos (artigo 299). Prevê pena de prisão de até quatro anos para aqueles que oferecem ou prometem alguma quantia ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que receber ou solicitar dinheiro ou qualquer outra vantagem, para si ou para outra pessoa (artigo 299).

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Amazonas

Urgente: sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes é denunciada por esquema de compras de votos

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Manaus – Na manhã deste sábado (28), o Portal CM7 recebeu uma denúncia através do número de Whatsapp (92) 9237-7077 informando que os líderes da Coligação “Juntos Podemos Mais” do candidato Amazonino Mendes,  estão se organizando para a  noite deste sábado, saírem pelas zonas de Manaus com envelopes contendo a quantia de  R$ 500 reais para a compra de votos em favor de Amazonino Mendes.

Segundo informações, de dentro do comitê do candidato localizado no bairro Adrianópolis, a distribuição será feita pelo cabo eleitoral ‘Paulinho do Peixe’ e a operação será comandada pela sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes, que  inclusive em eleições passadas, já fez essa pratica ilícita. O objetivo é conseguir 40 mil votos para Amazonino.

O esquema 

Mônica Mendes, sobrinha do candidato Amazonino Mendes, alugou 5 Mil carros para a compra de 40.000 votos nas Zonas Norte e Leste de Manaus para este sábado (28).

Saiba quem são os envolvidos

Canaranas:  “Paulinho do Peixe”
Cidade Nova: Ana Lívia
Conselho Tutelar: Daniel Serrão; zona sul e centro-oeste
Zona leste : Uadson dos Santos
Zona Oeste: Neto Jacaré

 

Compra de voto é crime!

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) é ilícito eleitoral punido com a cassação do registro ou do diploma do candidato e multa, de acordo com o artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e inelegibilidade por oito anos, segundo a alínea ‘j’ de dispositivo do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades), com as mudanças feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010).

O ilícito de compra de votos está tipificado no artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Segundo o artigo, constitui captação de sufrágio o candidato doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma.

Além da Lei das Eleições, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime a compra de votos (artigo 299). Prevê pena de prisão de até quatro anos para aqueles que oferecem ou prometem alguma quantia ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que receber ou solicitar dinheiro ou qualquer outra vantagem, para si ou para outra pessoa (artigo 299).

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