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Pesquisadores australianos criam exame de sangue que detecta Covid-19 em 20 minutos

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Teste também indica se pessoa já foi infectada recentemente; exame rápido pode ajudar na pesquisa de vacinas.

Pesquisadores da Austrália criaram um teste que pode determinar uma nova infecção por coronavírus em cerca de 20 minutos usando amostras de sangue, no que eles dizem ser uma inovação mundial.

Os pesquisadores da Universidade Monash disseram que o teste pode determinar se a pessoa está infectada no momento e se já teve Covid-19 no passado.

“As aplicações a curto prazo incluem identificação rápida de casos e rastreamento de contatos para limitar a disseminação viral, enquanto a triagem populacional para determinar a extensão da infecção viral nas comunidades é uma necessidade a longo prazo”, disseram os cientistas em um artigo publicado na revista ACS Sensors nesta sexta-feira (17).

A equipe de pesquisa foi liderada pelo BioPRIA e pelo Departamento de Engenharia Química da Universidade Monash, incluindo pesquisadores do Centro de Excelência ARC em Ciência Convergente BioNano e Tecnologia (CBNS).

O teste utiliza 25 microlitros de plasma de amostras de sangue para procurar aglutinação ou um agrupamento de glóbulos vermelhos que o coronavírus causa.

Enquanto o teste atual de swab (cotonete) é usado para identificar pessoas infectadas com o coronavírus, o ensaio de aglutinação — ou análise para detectar a presença e a quantidade de uma substância no sangue — também pode determinar se alguém foi infectado recentemente, após a infecção ter sido curada, eles disseram.

Centenas de amostras podem ser testadas a cada hora, disseram os pesquisadores, e eles esperam que ele também possa ser usado para detectar um aumento de anticorpos criados em resposta à vacinação para ajudar nos ensaios clínicos.

Uma patente para a inovação foi registrada e os pesquisadores estão buscando apoio comercial e do governo para aumentar a produção.

O novo coronavírus já infectou mais de 13,8 milhões de pessoas em todo o mundo e matou quase 600 mil desde que surgiu na China no final do ano passado. A Austrália registrou mais de 11 mil casos e 116 mortes.

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Explosão de carro-bomba deixa pelo menos 9 mortos em Cabul

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Ministro do Interior do Afeganistão afirmou que outras 20 pessoas ficaram feridas, entre elas um membro do Parlamento do país. Ninguém reivindicou a autoria do atentado.

explosão de um carro-bomba em Cabul, capital do Afeganistão, deixou pelo menos 9 mortos e 20 pessoas feridas neste domingo (20), afirmou Massoud Andarabi, ministro do Interior do país.

Andarabi informou que entre os feridos estão mulheres, crianças e Khan Mohammad Wardak, membro do Parlamento afegão e possível alvo do ataque.

De acordo com informações da agência Reuters, não está claro se o explosivo estava em um automóvel estacionado ou se alguém dirigia o veículo no momento do incidente. Ninguém reivindicou a autoria do atentado.

Acusações contra o Talibã

 

Em comunicado, Andarabi criticou o Talibã, acusando o regime de matar 487 civis e ferir outros 1.049 ao realizar 35 ataques suicidas e provocar 507 explosões ao longo dos últimos três meses no país.

Na última sexta-feira (18), pelo menos 15 pessoas morreram – a maioria delas, crianças – depois que uma explosão atingiu uma cerimônia religiosa na província de Ghazni, região central do Afeganistão.

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Ruth Bader Ginsburg, a juíza mais antiga da Suprema Corte dos EUA, morre aos 87 anos

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Ginsburg foi nomeada pelo ex-presidente democrata Bill Clinton em 1993; ela morreu por complicações de um câncer no pâncreas.

A mais antiga juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos e líder da ala liberal, Ruth Bader Ginsburg, morreu nesta sexta-feira (18), aos 87 anos, por complicações de um câncer no pâncreas, informou a corte em um comunicado.

Ela foi diagnosticada com a doença no ano passado. Em dezembro de 2018, ela teve dois nódulos removidos do pulmão. Em 1999, Ginsburg já havia sido submetida ao tratamento de um câncer no cólon.

A morte de Ginsburg dá ao presidente Donald Trump a chance de expandir sua maioria conservadora com uma terceira indicação em um momento de profundas divisões no país às vésperas das eleições presidenciais em 3 de novembro.

Nos EUA, os juízes da Suprema Corte são nomeados de forma vitalícia.

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Volkswagen negocia para demitir 5 mil funcionários no Brasil, dizem sindicatos

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Soma representa 35% da força de trabalho, segundo as entidades. Fabricante diz que abriu conversas com para adequar número de trabalhadores à demanda do mercado.

Os sindicatos dos metalúrgicos das quatro cidades onde a Volkswagen tem fábrica no Brasil afirmaram nesta quarta-feira (19) que a empresa apresentou uma proposta para cortar em 35% o número de trabalhadores no país.

Isso representaria cerca de 5 mil dos 14,7 mil trabalhadores das fábricas em São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos (SP) e São José dos Pinhais (PR), de acordo com os números das entidades, e incluiria funcionários mensalistas, horistas e até terceirizados.

A Volkswagen confirmou que está negociando com os sindicados “medidas de flexibilização e revisão dos acordos coletivos vigentes para adequação ao nível atual de produção, com foco na sustentabilidade de suas operações no cenário econômico atual, muito impactado pela pandemia do novo coronavírus”.

A empresa não comentou a possibilidade das demissões ou informou o excedente de funcionários em suas fábricas. Mas disse que há diversas possibilidades para adequar a força de trabalho à demanda, como layoff ou planos de demissão voluntária (PDV).

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP) — Foto: Divulgação

O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté afirma que a Volkswagen também propôs flexibilizar a jornada de trabalho, cortar os reajustes de salários, reduzir o pagamento de participação de lucros e resultados (PLR) e mudar benefícios como vale-transporte, vale-alimentação e plano médico.

Segundo os sindicatos, houve reuniões nos últimos dois dias com as lideranças sindicais dessas localidades, e novas reuniões já foram agendadas para a próxima semana.

“Vamos tentar nas mesas de negociação buscar alternativas para que não haja demissões para ter segurança aos trabalhadores”, disse Claudio Batista da Silva Júnior, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté.

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