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Amazonas

PF pediu prisão do Governador do Amazonas; ministro do STJ negou

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Brasília – Na decisão que autorizou buscas em imóveis do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e na sede do governo do estado, o ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) cita que, segundo as investigações, indícios apontam envolvimento do governador em irregularidades no combate à pandemia do novo coronavírus.

A TV Globo teve acesso à decisão. Nesta terça-feira (30), a Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão e de prisão por fraude e superfaturamento nas ações de combate à pandemia no estado.

A PF investiga possíveis práticas de crimes como pertencimento a organização criminosa, corrupção, fraude a licitação e desvio de recursos públicos federais. No despacho que autorizou o cumprimento dos mandados, o ministro do STJ afirma:

“Os fatos ilícitos têm sido praticados sob o comando e orientação do governo do estado do Amazonas, Wilson Miranda lima, o qual detém domínio completo e final não apenas dos atos relativos a aquisição de respiradores para o enfrentamento da pandemias mas também de todas as demais ações governamentais relacionadas a questão, no bojo das quais atos ilícitos tem sido praticados”.

A prisão do governador chegou a ser pedida pela PF, mas o ministro do STJ negou. Falcão afirma na decisão que “não se justifica a imprescindibilidade da decretação da extraordinária medida cautelar de privação de liberdade do chefe do Executivo estadual ao menos neste momento”.

A prisão de Wilson Lima não foi autorizada, no entanto, ele é alvo de mandados de busca e apreensão e de bloqueio de bens. O STJ determinou o bloqueio no valor R$ 2,976 milhões, de 13 pessoas físicas e jurídicas.

O ministro do STJ autorizou as prisões temporárias de 8 pessoas :

  • Simone Araujo de Oliveira Papaiz – secretária de saúde
  • João Paulo Marques dos Santos – ex secretário de saúde
  • Perseverando da Trindade Garcia Filho – ex secretário executivo adjunto de saúde
  • Alcineide Figueiredo Pinheiro – ex gerente de compras da secretaria de saúde
  • Fábio José Antunes Passos, Cristiano da Silva Cordeiro, Luciane Zuffo Vargas de Andrade, Renata de Cássia Dias Mansur Silva – sócios e representantes de empresas investigadas.

Ao STJ, a PGR afirmou existirem elementos de que uma organização criminosa se instalou na estrutura do governo do Amazonas para desviar recursos públicos voltados ao combate da pandemia do novo coronavírus.

“Há robustos elementos de prova que apontam a ocorrência de direcionamento na contratação da FJAP, sobrepreço e superfaturamento na contratação de 28 respiradores, lavagem de dinheiro, montagem de processo de adulteração de documentos, com a finalidade de encobrir os crimes praticados, atuação de verdadeira organização criminosa que se instalou na estrutura do Governo do Amazonas, com o objetivo de desviar recursos públicos destinado a atender às necessidades da pandemia Covid-19”, diz a PGR.

Em nota, o governo do Amazonas afirmou que “aguarda o desenrolar e informações mais detalhadas da operação que a Polícia Federal realiza em Manaus para, posteriormente, se pronunciar sobre a ação”.

De acordo com a nota, Wilson Lima estava em Brasília nesta terça para cumprir agenda de trabalho e, agora, retornará para Manaus.

Fonte: G1

Amazonas

Carga de minério avaliada em R$ 11 milhões é apreendida no Rio Solimões

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A polícia apreendeu, durante fiscalização em embarcações que trafegam pelo rio Solimões, uma carga de minério avaliada em R$ 11 milhões, que vinha sendo transportada de forma ilegal por uma balsa. A ação ocorreu na noite de sexta-feira (05), próximo a um terminal em Coari (a 363 quilômetros de Manaus). De acordo com os policiais, em oito edições, essa é a apreensão com maior prejuízo ao crime já feita durante as revistas.

Segundo o relatório de ocorrência, os policiais realizavam abordagens em embarcações, quando avistaram a balsa transportando minério. Ao abordar o comandante da balsa, foi solicitado a licença ambiental para extrair e transportar o material. O proprietário então informou que não possuía o documento, sendo assim, estava com o material ilegal.

O suspeito foi autuado em flagrante por crime ambiental e levado a Base Arpão para prestar depoimento. O material foi periciado e apreendido. O minério foi levado para a unidade policial de Coari e deve ficar à disposição da Justiça.

 

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Motorista de app é executado enquanto tomava banho em casa na zona norte de Manaus

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O pedreiro e motorista de aplicativo Francisco de Oliveiras Lemos, 41, foi morto a tiros, na manhã deste sábado (6), dentro do banheiro da sua casa, na Rua Alameda A, Comunidade Nobre, bairro Lago Azul, zona norte de Manaus.

De acordo com o tenente Ronaldo Azevedo, da 26ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), a guarnição foi acionada por volta das 9h, quando uma denúncia disse que um homem teria sido alvejado com disparos de arma de fogo.

“A denuncia foi através da linha direta e depois disso fomos ao local. Ao chegarmos fomos informados que a vítima estava tomando banho em um banheiro da área externa, quando dois homens encapuzados, a pé, entraram na casa e efetuaram vários disparos. Em seguida, fugiram”, disse.

O local pertence a vítima, onde morava com outras três pessoas. Na hora da invasão, essas pessoas estariam dentro do quarto. Parentes do pedreiro chegavam a todo momento, bastante abalados, mas não quiseram dar entrevista.

Segundo o delegado Guilherme Antoniazzi, plantonista da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) identificou que a vítima foi alvejada por
17 disparos de arma de fogo.

“Possivelmente, pela quantidade de disparos foi um acerto de contas, mas ainda não podemos confirmar se tinha envolvimento com tráfico de drogas. A família bastante abalada, não deu muitas informações se a vítima estava recebendo ameaças de morte. Nós vamos continuar investigando para elucidar esse caso”, completou.

O delegado também disse que Francisco tinha o apelido de Kito na região.

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e o corpo da vítima foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: D24am.

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Polícia alerta a população para golpes aplicados em plataformas online de compra e venda

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A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), alerta a população a respeito de golpes recorrentes nas plataformas de compra e venda pela internet.

De acordo com o delegado Vinicius de Melo, titular da unidade policial, os estelionatários responsáveis por essas fraudes agem de outros estados brasileiros, clonando anúncios das plataformas de venda on-line, originalmente publicados por usuários da capital amazonense.

“As vendas realizadas por meio das redes sociais também oferecem riscos aos usuários, como em casos de vendas de aparelhos celulares, em que o anunciante entrega o produto e não recebe o depósito prometido pelo golpista. Observamos que, além dos celulares, automóveis também são colocados nos golpes”, explicou ele.

Conforme o titular do 6° DIP, quando um negócio é realizado, ele deve ser definido com parâmetros de segurança, pois neste período de pandemia, os estelionatários estão se aproveitando do estado de vulnerabilidade emocional da população.

Outra prática dos criminosos é a oferta de empréstimos via aplicativo de mensagens instantâneas. O delegado relata que os indivíduos buscam números de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de empresas de financiamento no site da Receita Federal (RF) e se apresentam como representantes delas, afirmando que as vítimas tiveram empréstimo aprovado e solicitam depósito bancário.

Para evitar ser vítima desse tipo de crime, o delegado Vinicius orienta que a população evite realizar depósitos bancários em dinheiro para agências com origem em outros estados.

“As pessoas que forem vítimas desses golpes podem registrar um Boletim de Ocorrência (BO) pelo site da Polícia Civil, no endereço eletrônico www.delegaciainterativa.am.gov.br, ou, em casos de urgência, procurar a delegacia mais próxima”, destacou.

 

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