Connect with us

Manaus

Prefeito de Manaus segue internado com Covid-19 e saúde está ‘em franca recuperação’, aponta boletim

Publicado

em

Boletim do Sírio Libanês informou que Arthur Neto deixou de usar ventilação não Invasiva e deve iniciar exames de acompanhamento de cirurgia, realizada há alguns anos, para retirada de câncer.

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), “está em franca recuperação” do tratamento contra a Covid-19, segundo boletim médico do hospital Sírio Libanês (SP), divulgado nesta quinta-feira (16). O boletim informou, segundo a prefeitura, que o prefeito já deixou de usar Ventilação não Invasiva (VNI) e deve iniciar, nos próximos dias, os exames de acompanhamento da cirurgia realizada há alguns anos para retirada de câncer na próstata.

Após testar positivo para a doença no dia 29 de junho, ele foi internado no Hospital Adventista de Manaus, mas por vontade própria, foi transferido para São Paulo, no dia 6 de julho. A primeira-dama Elisabeth Valeiko Ribeiro também testou positivo para o novo coronavírus.

O prefeito disse, nesta quinta-feira, que se sente bem e que está atualizado sobre o que acontece em Manaus, destacando que falta pouco para recuperar plenamente a saúde e voltar à capital.

No dia 8 de julho, Arthur postou um vídeo em suas redes sociais onde chama a doença de “traiçoeira”, mas tranquiliza sobre seu caso ao afirmar que “o pior já passou”. “Uma advertência: ninguém brinque com a Covid-19. É uma doença traiçoeira, imprevisível e que precisa ser mais estudada para ser melhor enfrentada”, disse no vídeo.

Manaus

O mesmo MP que pediu prisão de David, fez vista grossa para suposta prevaricação de ex-procuradora geral

Publicado

em

O Ministério Público deixa claro que só age no quintal dos outros, no seu não faz muita questão

A suposta fraude nas vacinas é um caso de extremo interesse público que deve ser apurado com todo o rigor possível. Mas devemos aplaudir a urgência e rapidez com que o Ministério Público do Amazonas (MPAM), investigou, constatou irregularidade e pediu a punição dos envolvidos no caso.

Celeridade esta que não se viu na apuração da Operação Héstia que investigava crimes de enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e evasão fiscal contra a ex-primeira-dama do município Elisabeth Valeiko e pessoas próximas a ela. Foi preciso reportagens na mídia para que o caso se reacendesse, já que o MPAM havia finalizado o processo de investigações, para culminar na Operação Boca Raton, que no fim não terminou prisões, apesar de todos os fatos pesarem contra os envolvidos.

Tampouco se viu o MPAM emitir algum parecer sobre a suposta prevaricação e tráfico de influência exercidos pela ex-procuradora-geral Leda Mara Albuquerque, que tinha seu irmão nomeado na Casa Civil da gestão anterior e seu cunhado como coordenador do gabinete pessoal ex-prefeito Arthur Neto. Detalhe, o cunhado assumiu o cargo no mesmo ano que ela tomou posse na chefia do MP. Ao contrário do que se esperava, o MP informou que as nomeações são livres e de responsabilidade do executivo. Não explicou se abriria processo de investigação para saber as circunstâncias das nomeações, ou seja, “obrou” e se locomoveu para um ato de interesse sórdido. Fingiu demência para proteger seus apaniguados.

É preciso coragem para fazer justiça no Brasil, enfrentar os poderosos e punir os desmandos dos que se acham intocáveis, mas é necessário mais coragem ainda para punir um dos seus, cortar na própria carne, ao preço da descrença social. Se um órgão de controle não capaz de punir os seus quando cometem atos ilícitos, que moral deverá ostentar para apontar o dedo para as ilicitudes alheias?

Não queremos acreditar que o MPAM seja comandado por ratos roedores da moralidade. Não queremos acreditar que o MP serve a interesses menores que os públicos. Não queremos acreditar o órgão seja um braço ou uma extensão da corrupção estrutural. Mas se não usam dois pesos e duas medias, o que resta pensar?

Leia Mais

Manaus

Ministério Público extrapola suas atribuições ao pedir prisão do Prefeito de Manaus

Publicado

em

Hoje na cidade de Manaus, chegou ao conhecimento de todos o pedido de prisão feito pelo Ministério Público do Estado contra o Prefeito de Manaus, David Almeida.

O pedido do MPE, foi tema de discussão nas redes sociais e grupos de whatsapp, sobre quem tinha razão no episódio, o Ministério Público ou o Desembargador Plantonista.
O Portal Atualizado ouviu o advogado Dr. Tiago Botelho, o qual discorreu sobre o assunto:

“Há consenso no meio jurídico que os recursos oriundos de repasses Constitucionais são objetos de apreciação e fiscalização da justiça Estadual, estão sob a jurisdição do TCE, MPE, E TJAM.
No entanto, os recursos decorrentes de repasses voluntários, tais como convênios, estão sob a jurisdição da Justiça Federal.
No caso das vacinas, não há quaisquer dispositivo Constitucional, determinando os Estados a repassarem as vacinas, desta forma, de maneira análoga, as vacinas estariam no rol das transferências voluntárias, sendo assim, sob a jurisdição da Justiça Federal, sendo acertada a Decisão do Desembargador Plantonista.”

Portanto, o Ministério Público extrapolou suas atribuições Constitucionais ao pedir prisão do Prefeito David Almeida, sem que tivesse competência para tal.

Chama a atenção, a velocidade em que atuou o MPE, ao pedir a prisão do Prefeito com menos de 30 dias de mandato.
No entanto, passados quase 1 ano após o escândalo da compra de respiradores na loja de vinho, o mesmo Ministério Público não pediu a prisão do Governador do Estado.

Há uma série de irregularidades. O MPE não poderia ter pedido a prisão do Prefeito porque não há no Direito Penal a figura da responsabilidade penal objetiva, não poderia responder penalmente o Prefeito por atos praticados por seus subordinados, não há quaisquer prova que o Prefeito agiu com dolo no evento das vacinas. Portanto incabível a responsabilização criminal do Chefe do Executivo.
“Ademais, a prisão é a ultima ratio, é medida extrema quando não é aplicável outras medidas cautelares diversas da prisão. “
“O TJ/AM declinou a competência, mas com absoluta certeza negaria tal pedido absurdo caso fosse apreciado, com plena convicção será negado caso seja apresentado o mesmo expediente à Justiça Federal. “ Finalizou o jurista
Desde 1982, ou seja, mais de 38 anos de Democracia no Estado do Amazonas, o Ministério Público NUNCA pediu a prisão de quaisquer Prefeito ou Governador do Estado, e agora resolveu pedir do Prefeito David Almeida com menos de 30 dias de mandato.

É notável a parcialidade aplicada, o Grupo que domina o Amazonas esteve há quase 40 anos no poder sem que houvesse interferência do MPE, agora com menos de 30 dias o MPE quer a prisão do Prefeito, é no mínimo estranho.

David Almeida lutou contra esse grupo que domina o Estado e foi perseguido e atacado das formas mais vis, inclusive com ataques à sua família.

O pedido de prisão do Prefeito David Almeida é um ataque à Democracia, e é preciso uma análise reflexiva para entender a quem interessa tal medida, ainda que seja negada.
Querem manchar a honra do Prefeito que fez mais pelo Estado em 5 meses do que muitos que estiveram ali por anos.
Não vencerão, a verdade vencerá a mentira, o bem vencerá o mal, o povo disse não às oligarquias que saquearam este tão querido Estado por décadas, não pode o Ministério Público, Órgão Constitucional de elevado respeito servir de mecanismo para interesses escusos.

Leia Mais

Amazonas

Dupla é presa por tráfico de drogas na zona norte de Manaus

Publicado

em

Com a dupla foi apreendido diversas porções de entorpecentes, um simulacro de arma de fogo e um celular

Dois homens de 26 e 36 anos, foram presos na madrugada desta segunda-feira (25), por tráfico de drogas na rua 85, Comunidade Invasão dos Índios, bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus.

De acordo com o primeiro-tenente, sub-comandante da 6ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), identificado como Félix, a guarnição recebeu uma denúncia, por volta de 5h10, informando que dois homens estariam comercializando entorpecentes na rua 85.

“Os policiais foram até o local mencionando na denúncia e lá encontraram os suspeitos. Um deles ainda tentou fugir, mas foi capturado e rendido pelos policiais da 6ª Cicom. Foi dada voz de prisão e vários materiais foram apreendidos com a dupla”, disse.

Os homens estavam em posse de 28 porções de maconha, 12 porções de oxi, três porções pequenas de maconha, duas pedras grandes de oxi, três porções de cocaína, R$130 em espécie, uma balança de precisão, um simulacro de arma de fogo e um celular.

A dupla e os materiais apreendidos foram apresentados no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), para os procedimentos cabíveis.

 

Leia Mais

Mais lidas