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Política

Ricardo Nicolau atende Ministério da Saúde e vai à Roraima ajudar na abertura do hospital de campanha

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Diretor do Grupo Samel viajou para Boa Vista (RR), para ajudar na montagem do hospital de campanha

A pedido do Ministério da Saúde e de parlamentares de Roraima, o diretor do Grupo Samel, Ricardo Nicolau, viajou para a cidade de Boa Vista (RR) na tarde desta segunda-feira, 15, para auxiliar na montagem e organização do hospital de campanha local, cuja inauguração já foi adiada quatro vezes. O coordenador do Hospital de Campanha Gilberto Novaes está levando à capital roraimense, de forma gratuita, os protocolos e tecnologias da rede hospitalar privada amazonense para a unidade de saúde provisória construída pela Operação Acolhida, do Exército Brasileiro.

O hospital de Boa Vista foi viabilizado por meio de uma parceria com a Universidade Federal de Roraima, Prefeitura de Boa Vista e o Governo do Estado. De acordo com Nicolau, mesmo sendo o último estado a ter casos de Covid-19 confirmados, Roraima passa por problemas muito sérios. “Estamos indo com a mesma missão que tivemos aqui em Manaus, a de salvar vidas. Nossos irmãos passam por problemas parecidos com os que tivemos em abril. Vamos mobilizar pessoal e material para dar a ajuda necessária ao nosso estado vizinho de Roraima”, assegurou Ricardo Nicolau.

Ricardo Nicolau destacou que o convite partiu do Ministro da Saúde interino, general Eduardo Pazuello, que conheceu a estrutura do Hospital de Campanha Gilberto Novaes durante visita da comitiva ministerial à Manaus no início de maio. Pelo fato de a unidade ter se tornado referência, utilizando os mesmos métodos do Grupo Samel, o atual responsável pelo Ministério da Saúde fez contato com a rede de saúde privada, solicitando o apoio para Roraima. “Vamos prestar ajuda ao nosso estado-irmão, estado vizinho. A Samel também vai auxiliar nossos amigos de Roraima, que estão extremamente precisando”, ressaltou Nicolau.

Autoridades do estado vizinho já sinalizaram que esperam que o hospital de campanha de Manaus sirva de referência para Roraima, como o caso do deputado federal Ottaci Nascimento (SDD/RR), que visitou a unidade no final de maio ao lado do general Antônio Barros, comandante da Operação Acolhida. À época, general Barros também se mostrou impressionado com a estrutura da unidade.

“Nós viemos aqui aprender. Eu saio daqui entusiasmado. Quero parabenizar a todos, sejam os líderes, os gerentes, os profissionais, pelo que eu vi aqui. É um ambiente leve, harmônico e as pessoas com sorriso, a esperança no rosto”, comentou o general Barros naquele momento, após a visita ao hospital de campanha de Manaus.

Além do apoio na montagem e organização de infraestrutura e fluxos hospitalares, unidades da Cápsula Vanessa estão sendo enviadas para a cidade. Desenvolvido por fisioterapeutas e médicos do Grupo Samel, em parceria com profissionais do Instituto Transire, o equipamento permite a ventilação não invasiva de pacientes, evitando a entubação orotraqueal precoce.

 

 

Manaus

David Almeida, do Avante, é eleito prefeito de Manaus

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Almeida derrotou Amazonino Mendes.

David Almeida, do Avante, foi eleito, neste domingo (29), prefeito de Manaus para os próximos quatro anos. Com 100% das urnas apuradas, Almeida teve 51,27% dos votos. Foram 466.970 votos no total.

O candidato eleito derrotou Amazonino Mendes (Podemos), que 48,73% dos votos, o que corresponde ao total de 443.747 votos.

vice é Marcos Rotta, também do Avante. Os dois fazem parte da coligação Avante Manaus, formada pelos partidos AVANTE, PMB, PTC, PRTB, PV, DEM e PROS.

A eleição em Manaus teve 22,43% de abstenção, 4,19% votos brancos e 7,64% votos nulos.

Campanha eleitoral

No primeiro turno, David Almeida ficou em segundo lugar, com 22,36% dos votos (218.929 votos). Ele foi anunciado candidato ao pleito deste ano no dia 10 de setembro, em convenção do Avante.

Durante suas atividades de campanha, David também acompanhou a internação da mãe, Rosa Almeida, que foi infectada pela Covid-19. Aos 84 anos, ela morreu nesse sábado (28).

O plano de governo de David Almeida possui 68 páginas. Ele promete construir um viaduto na Bola do Produtor, Zona Leste, além de outras intervenções no trânsito da capital. Na área da saúde, David promete implantar a clínica de atendimento à mulher, a unidade móvel de saúde do homem e centrais de dispensação de medicamentos.

Na educação, ele afirma que vai aumentar em, no mínimo, 50% as vagas para crianças de 0 a 5 anos em creches e pré-escolas. Na segurança, a proposta é integrar a guarda municipal ao sistema de segurança pública de Manaus. Além disso, ele promete implantar o Portal Manaus de Dados Abertos com a perspectiva de geração de novos negócios.

Perfil

 

David Almeida e Marcos Rotta eleitos para a prefeitura de Manaus — Foto: Jucélio Paiva - Rede Amazônica.

David Almeida tem 51 anos, é bacharel em Direito, e iniciou a carreira política aos 27 anos. Ele foi deputado estadual por três mandatos consecutivos, sendo eleito pela primeira vez em 2006. O segundo mandato foi em 2010 e o terceiro em 2014.

David foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas para o biênio 2017/2018, na eleição ocorrida em dezembro de 2016.

Em 2017, David foi governador interino do Amazonas após a cassação de José Melo de Oliveira e seu vice pelo Tribunal Superior Eleitoral. Ele ficou por 149 dias como chefe do executivo estadual. Em maio de 2019, saiu do Partido Socialista Brasileiro e filiou-se ao Avante.

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Amazonas

Amazonino espalha cabos eleitorais da maldade por bairros de Manaus para comprar voto. Confira os nomes

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Manaus – Na manhã deste sábado (28), o Portal CM7 recebeu uma denúncia através do número de Whatsapp (92) 9237-7077 informando que os líderes da Coligação “Juntos Podemos Mais” do candidato Amazonino Mendes,  estão se organizando para a  noite deste sábado, saírem pelas zonas de Manaus com envelopes contendo a quantia de  R$ 500 reais para a compra de votos em favor de Amazonino Mendes.

Segundo informações, de dentro do comitê do candidato localizado no bairro Adrianópolis, a distribuição será feita pelo cabo eleitoral ‘Paulinho do Peixe’ e a operação será comandada pela sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes, que  inclusive em eleições passadas, já fez essa pratica ilícita. O objetivo é conseguir 40 mil votos para Amazonino.

O esquema 

Mônica Mendes, sobrinha do candidato Amazonino Mendes, alugou 5 Mil carros para a compra de 40.000 votos nas Zonas Norte e Leste de Manaus para este sábado (28).

Saiba quem são os envolvidos

Canaranas:  “Paulinho do Peixe”
Cidade Nova: Ana Lívia
Conselho Tutelar: Daniel Serrão; zona sul e centro-oeste
Zona leste : Uadson dos Santos
Zona Oeste: Neto Jacaré

Comitê geral controlando direto por Regina Martins.
Na Colônia Antônio Aleixo: um sujeito chamado Estrela, dono de um chamadoBar Subindo ao Céu- Ele ajuda o Afonso Lins

 

Compra de voto é crime!

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) é ilícito eleitoral punido com a cassação do registro ou do diploma do candidato e multa, de acordo com o artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e inelegibilidade por oito anos, segundo a alínea ‘j’ de dispositivo do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades), com as mudanças feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010).

O ilícito de compra de votos está tipificado no artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Segundo o artigo, constitui captação de sufrágio o candidato doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma.

Além da Lei das Eleições, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime a compra de votos (artigo 299). Prevê pena de prisão de até quatro anos para aqueles que oferecem ou prometem alguma quantia ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que receber ou solicitar dinheiro ou qualquer outra vantagem, para si ou para outra pessoa (artigo 299).

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Amazonas

Urgente: sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes é denunciada por esquema de compras de votos

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Manaus – Na manhã deste sábado (28), o Portal CM7 recebeu uma denúncia através do número de Whatsapp (92) 9237-7077 informando que os líderes da Coligação “Juntos Podemos Mais” do candidato Amazonino Mendes,  estão se organizando para a  noite deste sábado, saírem pelas zonas de Manaus com envelopes contendo a quantia de  R$ 500 reais para a compra de votos em favor de Amazonino Mendes.

Segundo informações, de dentro do comitê do candidato localizado no bairro Adrianópolis, a distribuição será feita pelo cabo eleitoral ‘Paulinho do Peixe’ e a operação será comandada pela sobrinha de Amazonino, Mônica Mendes, que  inclusive em eleições passadas, já fez essa pratica ilícita. O objetivo é conseguir 40 mil votos para Amazonino.

O esquema 

Mônica Mendes, sobrinha do candidato Amazonino Mendes, alugou 5 Mil carros para a compra de 40.000 votos nas Zonas Norte e Leste de Manaus para este sábado (28).

Saiba quem são os envolvidos

Canaranas:  “Paulinho do Peixe”
Cidade Nova: Ana Lívia
Conselho Tutelar: Daniel Serrão; zona sul e centro-oeste
Zona leste : Uadson dos Santos
Zona Oeste: Neto Jacaré

 

Compra de voto é crime!

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) é ilícito eleitoral punido com a cassação do registro ou do diploma do candidato e multa, de acordo com o artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e inelegibilidade por oito anos, segundo a alínea ‘j’ de dispositivo do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidades), com as mudanças feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010).

O ilícito de compra de votos está tipificado no artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Segundo o artigo, constitui captação de sufrágio o candidato doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma.

Além da Lei das Eleições, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) tipifica como crime a compra de votos (artigo 299). Prevê pena de prisão de até quatro anos para aqueles que oferecem ou prometem alguma quantia ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que receber ou solicitar dinheiro ou qualquer outra vantagem, para si ou para outra pessoa (artigo 299).

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