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Ruth Bader Ginsburg, a juíza mais antiga da Suprema Corte dos EUA, morre aos 87 anos

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Ginsburg foi nomeada pelo ex-presidente democrata Bill Clinton em 1993; ela morreu por complicações de um câncer no pâncreas.

A mais antiga juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos e líder da ala liberal, Ruth Bader Ginsburg, morreu nesta sexta-feira (18), aos 87 anos, por complicações de um câncer no pâncreas, informou a corte em um comunicado.

Ela foi diagnosticada com a doença no ano passado. Em dezembro de 2018, ela teve dois nódulos removidos do pulmão. Em 1999, Ginsburg já havia sido submetida ao tratamento de um câncer no cólon.

A morte de Ginsburg dá ao presidente Donald Trump a chance de expandir sua maioria conservadora com uma terceira indicação em um momento de profundas divisões no país às vésperas das eleições presidenciais em 3 de novembro.

Nos EUA, os juízes da Suprema Corte são nomeados de forma vitalícia.

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Volkswagen negocia para demitir 5 mil funcionários no Brasil, dizem sindicatos

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Soma representa 35% da força de trabalho, segundo as entidades. Fabricante diz que abriu conversas com para adequar número de trabalhadores à demanda do mercado.

Os sindicatos dos metalúrgicos das quatro cidades onde a Volkswagen tem fábrica no Brasil afirmaram nesta quarta-feira (19) que a empresa apresentou uma proposta para cortar em 35% o número de trabalhadores no país.

Isso representaria cerca de 5 mil dos 14,7 mil trabalhadores das fábricas em São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos (SP) e São José dos Pinhais (PR), de acordo com os números das entidades, e incluiria funcionários mensalistas, horistas e até terceirizados.

A Volkswagen confirmou que está negociando com os sindicados “medidas de flexibilização e revisão dos acordos coletivos vigentes para adequação ao nível atual de produção, com foco na sustentabilidade de suas operações no cenário econômico atual, muito impactado pela pandemia do novo coronavírus”.

A empresa não comentou a possibilidade das demissões ou informou o excedente de funcionários em suas fábricas. Mas disse que há diversas possibilidades para adequar a força de trabalho à demanda, como layoff ou planos de demissão voluntária (PDV).

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP) — Foto: Divulgação

O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté afirma que a Volkswagen também propôs flexibilizar a jornada de trabalho, cortar os reajustes de salários, reduzir o pagamento de participação de lucros e resultados (PLR) e mudar benefícios como vale-transporte, vale-alimentação e plano médico.

Segundo os sindicatos, houve reuniões nos últimos dois dias com as lideranças sindicais dessas localidades, e novas reuniões já foram agendadas para a próxima semana.

“Vamos tentar nas mesas de negociação buscar alternativas para que não haja demissões para ter segurança aos trabalhadores”, disse Claudio Batista da Silva Júnior, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté.

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Tecnologia faz Covid-19 ter taxa de mortes menor que a da gripe espanhola na cidade de NY, mas ‘salto’ atual foi maior, aponta estudo

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As duas pandemias têm muito em comum. Mas os aparatos tecnológicos são essenciais para tentar conter o novo coronavírus.

Um estudo publicado na revista científica Jama (“Journal of the American Medical Association”) levantou o número de mortes da gripe espanhola, em 1918, e o número de mortes durante o período inicial do surto de Covid-19, em 2020, na cidade de Nova York (EUA).

Na comparação, a conclusão é que a gripe espanhola matou mais do que o novo coronavírus. Apesar disso, o salto no número de mortes na atual pandemia foi maior, considerando a mortalidade que era verificada nos anos que antecederam o surgimento de cada vírus.

As análises foram feitas em cima de um mesmo período de tempo, de três meses. A pesquisa tomou como base o cálculo comparativo na proporção de mortes por 100 mil pessoas.

Durante o pico do surto de gripe espanhola, 31.589 mortes por todas as causas ocorreram entre 5,5 milhões de residentes em NY, resultando em uma taxa de 287,17 mortes por cem mil pessoas por mês.

Já durante o período inicial do surto de Covid-19, 33.465 mortes por todas as causas ocorreram entre 8,28 milhões de residentes, uma taxa de incidentes de 202,08 mortes por cem mil pessoas por mês.

No entanto, as taxas de mortalidade de base de 2017 a 2019 foram menos da metade das observadas de 1914 a 1917 (devido a melhorias na higiene e conquistas modernas na medicina, saúde pública e segurança).

Por isso, o aumento relativo durante o período inicial de Covid-19 foi substancialmente maior do que durante o pico da pandemia da gripe espanhola de 1918.

Evolução das mortes nos períodos anteriores à gripe espanhola e à Covid-19. — Foto: Reprodução/Jama

O estudo ressalta que muitos fatores podem ter contribuído para o menor número de mortes por Sars-CoV-2. Um deles é a tecnologia. Um século atrás, os médicos não dispunham de intervenções, como os respiradores e ventiladores mecânicos.

O epidemiologista Paulo Lotufo, que não participou da pesquisa, mas acompanha os estudos sobre o tema, concorda que a tecnologia tem um papel fundamental. “O aparato que temos agora é essencial para o combate ao coronavírus”, diz Lotufo.

A gripe espanhola e a Covid-19 têm muito em comum. Por exemplo, em ambas as épocas não havia vacina para imunizar a população e, assim como no século passado, não existe medicamento comprovadamente eficaz contra a Covid-19.

Lotufo explica que as duas pandemias têm outras semelhanças. “Uma delas é a mesma diferença em termos de nível social. E, assim como hoje, muitas receitas milagrosas eram divulgadas na época da gripe espanhola, como mingau, limão com pinga”.

O estudo alerta que, se fosse tratada de forma insuficiente, a infecção por SARS-CoV-2 poderia ter números maiores do que a infecção pelo vírus da gripe H1N1, em 1918.

fonte: G1

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Década de 2010 a 2019 foi a mais quente da história, mostra relatório

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O ano passado também esteve entre os 3 mais quentes já registrados. No documento ‘State of the Climate 2019’, cientistas mostram, com vários indicadores, os danos causados pelo aquecimento do planeta.

Um relatório elaborado por cientistas do mundo inteiro e publicado na quarta-feira (12) mostra que a década de 2010 a 2019 foi a mais quente da história do planeta e que o ano passado esteve os três mais quentes já registrados desde o século 19.

Os dados seguem a tendência histórica: desde a década de 1980, cada ciclo de dez anos tem sido mais quente que o intervalo correspondente anterior. Entre 2010 e 2019, a média foi 0,2ºC mais quente que a registrada entre 2000 e 2009.

Além disso, segundo os cientistas, apenas o ano de 2016 – e, para alguns dados, o ano de 2015 – foram mais quentes do que 2019. Depois de 2013, todos os anos subsequentes foram mais quentes que os anteriores, desde meados do século 19.

Esta é a 30ª edição do relatório anual “State of the Climate” e se refere ao ano passado, que teve a contribuição de 528 autores e editores de 61 países. A série histórica mostra, ano a ano, as consequências das mudanças climáticas.

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